
O Linense vendeu o mando de campo ao São Paulo, mas não o jogo em si.
Plantou uma deslavada retranca lá atrás e só ficou esperando que o Tricolor perdesse as estribeiras diante da demora em chegar ao gol adversário. Mas, o São Paulo teve juízo pra ir tocando a bola, na dependência das investidas de Luiz Araújo pela esquerda, o que resultou nas melhores chances tricolores, como aquela roubada de bola do ponta-esquerda que deixou Pratto cara a cara com o goleiro Vítor, que salvou a pátria de Lins. Isso, lá pelos 40 minutos de bola rolando.
Mas, logo aos 4 minutos do segundo tempo, o cadeado foi, finalmente, rompido de forma inusitada: Buffarini, que, oralilas!, fazia boa partida, levantou na área pra Rodrigo Caio tocar para o meio; eis, porém, que a bola chocou-se com o peito de Diego Felipe e foi às redes: 1 a 0.
E, lá pelos 20 minutos, quando era de se esperar uma queda de ritmo do Linense, porque não há concentração na marcação que resista tanto tempo, Rogério pisou na bola, trocando Luís Araújo pelo estreante Thomaz.
No ato, o São Paulo perdeu a agudeza no ataque e até permitiu que o Linense tentasse levantar a fronte.
Sucede que o sistema defensivo do São Paulo estava atento e, cá entre nós, o Linense carece de jogadores de melhor nível técnico pra fazer frente a um adversário desse porte.
Assim, o São Paulo chegou ao segundo gol, já no finzinho do jogo, com Pratto de cabeça, e, praticamente, garantiu sua passagem para a próxima fase da competição, com todos os méritos.
Foi bom ver o time jogar bem, mesmo sem Cueva ! Apesar da fragilidade do adversário, posso dizer que o São Paulo mostrou competitividade ! Roberto Ceni está no caminho certo !
O São Paulo está crescendo no momento certo hj provou mais uma vez apesar da retranca do adversário que a paciência faz parte do jogo tbm esperou o momento certo tocando a bola fazendo o jogo correr e por isso ganhou em ritmo de treino
Assisti alguns lance dessa briga de galo no Morumbi. Só quem assistiu a um jogo do SPFC nas décadas de 70 e 80 pode ter uma ideia do abismo que separa o futebol daquela época comparado ao atual. Aliás, o futebol como a F1 estão no mesmo caminho, literalmente acabando.Tanto é verdade que a F1 está voltando ao passado com motores mais simples e baratos para se re-inventar e em fazendo isto evitar a falência. O futebol precisa fazer o mesmo ou acaba. Não adianta tentar apelar para a tecnologia esperando que o público possa voltar aos estádios. O futebol só será futebol verdadeiro mantendo a sua tradição sem invenções estapafúrdias. Futebol não combina com tecnologia. Ora, se até a F1 está sucumbindo com as inovações tecnológicas imaginem um esporte onde a a ferramenta principal é uma bola de couro.
Eu sei que você reclama bastante que São Paulo não joga mais como antes. Você não acha que isso ocorreu porque o time não teve uma semana cheio de trabalho como os times da Libertadores?