
Os Trio de Ferro entra nesta fim de semana de fronte erguida, pois bem ou mal, seus integrantes ganharam os jogos mais recentes pelo Paulistão.
Só o Santos volta a campo, diante da Ferroviária, meio ressabiado pela derrota para o São Paulo, na Vila encantada, por 3 a 1, o que provocou uma reação desmesurada e estúpida de alguns torcedores.
Afinal, o Peixe já aplicara duas goleadas na temporada, mas passou a padecer da ausência de alguns titulares – um deles, insubstituível. Falo, claro, de Renato, âncora do meio-campo dia, aquele que irradia ciência e estilo ao resto do time. Mesmo assim, fez um bom primeiro tempo pra sucumbir no segundo, depois da entrada auspiciosa do menino Luís Araújo.
Este, por certo, estará desde o início diante do Mirassol, de campanha tão eficiente até agora. A não ser que Rogério Ceni queira fazer outras experiências, pois é pra isso mesmo que serve esse Paulistão.
De qualquer forma, vai se desenhando um Tricolor mais ofensivo do que em passado recente – e os números aí estão para comprovar -, que só alcançará seu estágio superior a partir do momento em que o técnico puder contar com Jucilei e Pratto nos trinques. Nesse instante, então, Ceni poderá escalar um time com a tradicional linha em quatro da defesa, mais Jucilei, Cícero e Cueva, no meio de campo, e o ataque com Wellington Nem, Pratto e L. Araújo. Eis um time pra brigar por título e ainda por cima encantar até quem não é tricolor, se tudo se encaixar devidamente, claro.

Já o Timão, que pega o Audax, lá, huummm… Esse vai ter de rebolar miudinho. Não só pela excelência do adversário, que já goleou até mesmo o São Paulo outro, mas, sobretudo, porque está longe de acertar as pontas.
Nem tanto no setor defensivo, mas principalmente na criação e na finalização.
Por mim, fosse Carille, aproveitaria esta fase da temporada pra lançar aqueles meninos que esmerilharam na Copa São Paulo, com exceção do mais promissor deles, Carlinhos, machucado. Mas, Pedrinho e Marquinho, pelo menos, poderiam estar lá em cima, sendo devidamente testados. Assim como Mantuan e Oya.
Certamente, a Fiel, que começa a se afastar de Itaquera, aceitaria melhor eventuais fracassos com a garotada do que com os mais famosos que não dão sinais de reação.
Quanto ao Verdão, que vai caçar o Elefante lá em Lins, a vitória por 2 a 0 sobre o São Bernardo bastou para aquietar a alma palestrina. Por enquanto, como é de praxe no Parque. E, só a volta de Moisés ao meio de campo verde já é suficiente para aumentar as esperanças do técnico e da torcida, creia.
Mas, futebol, como vivo repetindo, é que nem as nuvens do político mineiro: ora se juntam para parecer a silhueta de uma ninfa; ora, a cara feia de um orangotango.

Alberto Helena Jr.
Na realidade dos três times hoje em dia me parece o Santos ter a obrigação de jogar um futebol mais redondinho pois é praticamente o mesmo time do ano passado mais padece por não ter maior concentração e responsabilidade para jogar, muita ostentação, muito brinquinho, muito cabelo pintado e pouca bola por enquanto, já o São Paulo além de estar montando um grupo novo ainda tem o Rogério Ceni como técnico e na minha opinião pessoa nada confiável, paneleiro como jogador, entregava companheiro de time para se eximir de suas próprias falhas e muito menos goleiro que pensava ser, vamos dar tempo ao tempo mas o São Paulo me parece que não chega a lugar algum, por fim o Verdão que já era um grupo forte se reforçou e está na fase de encaixe dessas novas peças e quando der liga segura o Palmeiras pois vai ser candidato a ganhar tudo este ano. Saudações palmeirenses.
J JUNIOR. Espero que você esteja totalmente errado. Que o Palmeiras fez os maiores (não sei se os melhores) investimentos, não tenho dúvidas. Que o Santos é um baita de um time, também não tenho dúvidas. Agora dizer que no SPFC o Rogério Ceni é nada confiável, é o mesmp que dizer de você quando for ao banco e não conseguir um empréstimo. Voce também não é confiável. Se você é torcedor do Palmeiras ou de outro time qualquer, problema seu. Agora, espero que em seus comentários você seja honesto. Ainda é cedo para considerar o SPFC um time competitivo. Mas, pense melhor.