
E ficou como estava: a suposta vassoura mágica serviu apenas para limpar a área e deixar o caminho aberto para Palmeiras e Flamengo, nessa briga particular pelo título brasileiro.
O Mengo, jogando em casa (quem da minha geração, forjada na imensa rivalidade entre Rio e São Paulo, imaginaria isso!), em pleno Pacaembu, mais uma vez, passou tranquilo pelo Santinha, por 3 a 0, gols de Vizeu, Arão e Cirino, em jogo que confirmou a volta do Sheik, por tanto tempo afastado. E segue na caça ao líder Palmeiras, que, por sua vez, passou em Londrina pelo lanterna América mineiro.
E passou sem encantar.
Logo de saída, encetou uma blitz que resultou no gol de Tchê-Tchê, num disparo da entrada da área, em rebote de corner do goleiro João Ricardo, na defesa de esperta jogada de Guedes na marca do pênalti. Em seguida, teve outra chance de ouro, que passou raspando pelos pés de Edu Dracena, e foi só.
A partir daí, o Verdão foi refluindo, refluindo, refluindo, até cair no lugar-comum de um jogo chato, mesmo porque o América nada tinha a apresentar.
Por fim, lá pelos 42 minutos do segundo tempo, Zé Roberto acertou um lançamento exato para Alecsandro, que entrou na área e finalizou: 2 a 0.
E aqui fico me perguntando: quem vai indenizar esse rapaz por tudo que ele sofreu – emocional e financeiramente – com aquela suspensão estúpida provocada por um erro fatal no exame sobre doping? O STJD, que o suspendeu por um longo tempo? O laboratório responsável pelo exame? A Comissão Anti Dopagem? A CBF? Quem, diabos? Alguém tem que pagar, pois nada nesta vida é de graça.

Por fim, o Bota, que sob o comando de Jair Ventura Filho, rebento do nosso imortal Jairzinho Furacão, venceu no minuto final o Figueirense por 1 a 0, e segue nessa recuperação espetacular no Brasileirão – de sério candidato ao descenso, em postulante a uma vaga na Libertadores. Não é pouco, meu amigo, minha amiga.
NA LINHA DO GOL
Na intimidade, costumo chamar o nosso querido Luxemburgo de Malandro. Pois, em nome de nossa amizade, gostaria de lembrar-lhe a frase do velho e sábio malandro: malandragem demais engole o malandro. Já que as coisas não andam bem pro seu lado nos últimos tempos, o melhor é ficar na moita, feito passarinho na muda. Esse bate-boca com Felipão não leva a lugar nenhum. Muito menos dizer publicamente que Guardiola é mais marketing do que técnico. O catalão é um desses raros casos de treinador que sai das sombras para se transformar num técnico não apenas vitorioso em três dos mais evoluídos centros do futebol mundial. E, não só isso: resgatou no Barça, no Bayern e agora no City aquele mesmo futebol encantador que Luxa implantou, nos seus bons tempos, no Palmeiras, no Corinthians, no Cruzeiro e até na Seleção, antes de perder as Olimpíadas. Luxa ainda tem muito mais a oferecer na beira do campo do que na boca dos microfones.
Realmente, eu vejo tudo,essas partidas de futebol e moro em casa, moro na minha casa ! Espero que os cachorros que eu protejo na rua dando comida, sejam sinceros ao me agradecer de novo dizendo ; I hungry ! E a madame diz; Ok ! .Repete; i am hungry ! – Ok !
SR. ALBERTO ME RESPONDA PORQUE NENHUM JORNALISTA QUER COMENTAR A NEGOCIATA ENTRE A CAIXA FEDERAL E O CORINTIANS NA TRANSAÇÃO DE 400 MILHOES PARA SALVAR O CORINTIANS DA DÍVIDA DO ITAQUERÃO? QUANDO É CORINTIANS MUITOS SE OMITEM
Porque o empréstimo era algo que já se sabia ou se esperava (pela diferença entre o que o BNDS liberou e o valor final da obra), noticia vai ser quando o Corinthians não pagar e a Caixa entrar com ordem de despejo.