
A pachecada costuma espalhar por aí que o Brasileirão é o maior campeonato nacional do planeta. Justificativa: ao contrário dos demais, cujos recorrentes candidatos ao título são dois, três ou quatro, aqui, é coisa de uma dúzia de times grandes.
É verdade que há muitos candidatos em potencial ao título brasileiro, embora o clube dos campeões nos últimos dez anos, digamos, se restringe a menos da metade disso. Só São Paulo e Cruzeiro, juntos, vestiram a faixa cinco vezes, de 2005 pra cá.
Contudo, se há um grande número de candidatos ao título no Brasil, poucas são as ideias colocadas em campo e raros os espetáculos que encantem e animem o torcedor.
As ideias se resumem a uma ou duas formas de jogar, sempre com extrema precaução, o que frustra a qualidade do espetáculo, retirando-lhe a emoção e o brilho. E a competência técnica da imensa maioria dos nossos jogadores, quando há, acaba se exaurindo nessa imensidão de jogos acoplados a vários outros torneios paralelos (Copa do Brasil, Libertadores, Sul-Americana, sem contar os exaustivos estaduais que os precedem, assim como a recente Liga Rio-Sul-Minas). Isso, sem falar nas convocações para a Seleção, num ano de Copa América, Olimpíadas e Eliminatórias.
Para enfrentar essa insana maratona, os clubes deveriam ter elencos gigantescos e de altíssima qualidade técnica, algo inimaginável num cenário de penúria em que vivemos. Mesmo porque basta surgir um garoto bom de bola por aqui que no dia seguinte já está fazendo as malas com vistas à Europa, Ásia ou América do Norte.
Os gastos com técnicos, em sua maioria altamente despreparados, e com jogadores de capacidade técnica discutível atingem o nível do absurdo, se comparados com as receitas, ainda que a tv tenha aumentado em muito suas ofertas. Isso sem falar na grana que, entre uma e outra, escorre pelos subterrâneos das negociações escusas.
E o pior é que não se vislumbra no horizonte do nosso futebol o menor sinal de que algo será feito para mudar essa situação no futuro breve ou mesmo a médio prazo. Os cartolas vivem fazendo simpósios, encontros, promovendo palestras, e nada. Os jogadores se reúnem no Bom Senso, e nada. Os técnicos criam sua própria associação, e nada. A crônica esportiva, quando não melíflua, clama por mudanças, sem, entretanto, apresentar um projeto consistente.
Enfim, nada é o nome do jogo.
Casagrande falou num evento recente;” Se o Brasil achar que é o bom corre seríssimos riscos de não ir a copa”. Eu vou além do Casa acho que não vamos de jeito nenhum. Dunga depois de idas e vindas não deu um padrão mínimo de jogo ao time. Convoca jogadores medíocres e deixa de fora aqueles que certamente fariam muito melhor. Bato nesta tecla de desde que os vi jogando pela primeira vez com a camisa da seleção: Luiz Gustavo,Willian, e Elias não é um meio de campo confiável. Eles não impõem medo a seus adversários, São jogadores demasiadamente previsíveis. Neymar apesar de toda fama não consegue ser o líder do time, pelo contrário, atrapalha mais que ajuda. Ricardo Oliveira é fraco para jogar num lugar que já foi de Romário e Ronaldo. Esse menino reserva, Douglas Santos é fraquíssimo tem medo da bola, tanto é que é jogador que não se expõe se livra da bola rapidamente é só observá-lo. Casemiro é outro enganador como foram Romulo, Paulo Almeida, Fernandinho, Josué. Casemiro é jogador da mídia. Finalmente Dunga parece que nunca viu a seleção do Brasil na vida, ele age como se a seleção fosse um timinho qualquer.
Já que se falou em mesma tecla, eu também digo que o que falta é adequar o nosso calendário ao europeu.
Vamos ver na Inglaterra os clubes disputam cinco torneios durante a temporada a saber: 1 – Premier Legue,
2 – Liga dos Campeões, 3 – Copa da UEFA, 4 – Copa da Inglaterra, 5 – Copa da Liga com todos terminando ao final da temporada. Aqui no Brasil poderia ser assim também senão vejamos: 1 – Campeonato Brasileiro, 2 – Copa Libertadores, 3 – Copa Sul Americana, 4 – Copa do Brasil, 5 – Campeonatos Estaduais.
Helena ,não haverá mudança enquanto não se muda as pessoas. Vejamos , a CBF criou uma comissão de mudanças ,…mas as pessoa que lá estão são as mesmas , porque o prncipal da turma é Parreira e ai vamos continuar como sempre rodando em circulo. Mentalidade é que temos que mudar e as regras dos campeonato .Na europa existe periodo de tranferencia para jogadores ,aqui não ,veja voces jogadores que disputa campeonato estadual e se destaca vem um clube grande e leva e na mesma semana ele vira titular do clube jogando ,isto acontece ,foi o caso de Roger Guedes hoje no Palmeiras que saiu do Criciuma durante o campeonato catarinense e foi para o campeonato paulista ,isto não deveria acontecer..Nossas bases na mairia são treinados por pessoas sem qualificação .90% de nossos jogadores são oriundo das ruas ,chegam nos clubes para uma peneira aos 16 ,17, 18 para disputar campeonatos federados exigidos pelas federações e basicamente sem um trabalho especifico se resolvem com seus vicios e os que se consegue se resolver vira profissional Precisamos preparar nossos profissionais que trabalham nas bases ,mas de todo o Brasil.