
Se havia um brasileiro em que eu botava fé nessa Libertadores, esse era o Grêmio, além do Galo.
O Corinthians e o Palmeiras estavam em processo de transição, e o São Paulo, vivendo a maior crise institucional de sua história, seguia na gangorra do perde e ganha, sem sinalizar, nem nos seus melhores momentos, para um caminho seguro e vitorioso.
Mas, o Grêmio, não. Sob o comando de um treinador lúcido, embora jovem, como Roger Machado, tem um elenco categorizado, capaz de praticar um futebol de primeira, além de um escudo respeitável.
Eis, porém, que o Tricolor gaúcho, pra meu desconsolo, não só caiu fora das finais do campeonato doméstico como acaba de ser despachado de vez da Libertadores pelo Rosario, que abrira o caminho na vitória por 1 a 0 em Porto Alegre.
E, pior. Foi uma derrota acachapante: 3 a 0, sem desculpas nem justificativas plausíveis. Simplesmente, perdeu, sem esboçar a menor capacidade de reação.
Pelo que se conhece da cartolagem nacional, da torcida brasileira e da nossa crônica esportiva, Roger Machado vai passar maus pedaços, se já não estiver demitido quando escrevo estas linhas.
Uma pena.
O AMIGO DA ONÇA: Criação Imortal de Péricles.
Dunga: Rapaziada divirtam-se o máximo possível na Copa América.
Jogador: Professor posso levar minha nega?