
O Brasil volta ao campo da Libertadores nesta quarta-feira com três de seus melhores representantes no torneio: Corinthians, Grêmio e Atlético Mineiro.
E, assim, ó, num primeiro olhar, o mais favorecido pela tabela é o Grêmio, embora enfrente talvez o mais forte adversário dos brasileiros nesta rodada. Pelo simples fato de que joga em casa, sob o estímulo da sua torcida, aquela que está sempre onde o Grêmio estiver.
O único (e grande) problema do Tricolor gaúcho, sem dúvida, é a ausência de Geromel, o melhor de seus zagueiros e talvez o mais eficiente do país no momento. Mas, há que se confiar na visão aberta do técnico Roger Machado, cultivador de um futebol baseado no passe e na agressividade de seu time, e que, por sinal, tem jogadores de técnica capaz para realizar esse tipo de jogo.
Já Corinthians e Galo enfrentam mais o campo inimigo do que os próprios adversários. Inclua, aí, porém, os problemas de cada um desses brasileiros.
O Corinthians, com a ausência de Giovanni Augusto, perdeu um pouco de tônus lá na frente, assim como, com a presença Guilherme, que ainda não conseguiu até agora sequer raspar o nível alto de seu jogo, não ganhou em criatividade. Por isso mesmo, deve ir para o banco. Em seu lugar, entra Alan Mineiro, que, embora em evolução, ainda não alcançou o estágio ideal de desempenho. E, para a vaga de Giovanjni Augusto, machucado, Rodriguinho, redivivo pelas mãos mágicas de Tite.
Isso, sem falar no inevitável abalo sentido pelo time e pela Fiel em consequência da desclassificação no Paulistinha diante do modesto porém tinhoso Audax ainda outro dia.
Mas, na pior das hipóteses, esse Timão tem revelado uma consistência defensiva perfeitamente capaz de voltar de Montevidéu com um empatezinho maneiro diante do Nacional, o que não será nada desprezível.
Já o Galo pega o Racing de tanta tradição mas de bola rasa nos últimos tempos, em Avellaneda.
O diabo com esse Galo é que ele vinha um par de anos jogando aquela bola redondinha, ofensiva, envolvente, fosse com Cuca, fosse com Levir Culpi. E, de repente, com Aguirre, puxou o freio de mão, embora o técnico disponha de jogadores com as características necessárias não só para manter o mesmo diapasão como buscar uma sintonia ainda mais fina. Mas, preferiu arrecuar os arfos.
O uruguaio lembra aquela anedota do escorpião, segundo a qual ninguém escapa à própria natureza, nem quando está fazendo glu-glu-glu. Ou aquela letra da milonga vizinha: Si soy asi, que voy hacer…
NA LINHA DO GOL
Com esse zero a zero cavado em Manchester, o Real praticamente garante sua ida à disputa final da Liga dos Campeões da Europa. Sem Cristiano Ronaldo e com Benzema a meio vapor, tanto que acabou sendo substituído por Jessé no intervalo, os merengues pouco se expuseram. De fato, criaram apenas duas oportunidades claras de marcar, já no finzinho, quase em seguida, naquela cabeçada de Casemiro e na finalização cara a cara de Pepe, que Hart conjurou nas duas vezes milagrosamente. Já o City, sem Yayá Touré e perdendo David Silva ainda no primeiro tempo, tampouco foi além de um chute de Aguero e outro de De Bruyne, de falta. Jogo bem disputado, mas sem brilho, no qual Casemiro, mais uma vez se destacou.
Por falar em Casemiro, leio neste site que o São Paulo estaria disposto a oferecer os meninos Lyanco e Inácio ao Porto, na negociação pelo zagueiro Maicon. Lyanco, tudo bem, pois se trata de um beque de poucos recursos técnicos. Mas, Inácio? Digo sem medo de errar que esse menino é mil vezes mais lateral-esquerdo, embora ponta-esquerda de origem, do que Mena e Carlinhos juntos. Seria mais um desses negócios estúpidos, se não escusos, feitos pelo São Paulo nestes tempos bicudos. E um lucrativo negócio para o Porto, onde Casemiro, também entregue de graça pelo Tricolor ao Real, deu seu grande salto de qualidade, em apenas um ano de empréstimo.
El Huracan era um tormentoso tango dos irmãos Donato que minha saudosa mãe, dona Irene, gostava de dedilhar ao piano da minha infância, deixando-nos em pausa dramática sempre que tinha de alcançar uma oitava acima com aquelas mãozinhas de menininha de seis anos. Dava dó, de dó em dó. Saltitava espertamente de um extremo ao outro da escala conseguindo produzir o som uníssono implausível. Pois foi mais ou menos o que fez o Huracan diante do Nacional de Medellin, que a turminha hoje em dia gosta de chamar de Atlético Nacional. Saltou daqui pra lá, quando não se fechou em clave de sol, e acabou resistindo ao time de melhor campanha da Libertadores até aqui. Na verdade, cá entre nós, um joguinho repetitivo e sem imaginação. Como uma cantiga de criança.
Casemiro sempre foi e continua sendo um me engana que eu gosto, desde os tempos do SPFC. Tocando pandeiro no meio de batutas a galera não percebe o som desafinado do pandeirista. Casemiro é carbon copy de Paulinho(lembram dele ex “o cara” da seleção), Lucas leiva, Luiz Gustavo, Denilson e outros cujo futebol cabem na mesmíssima forma e hoje nem se sabe por onde perambulam. O motivo é simples: Eles chama a bola de vossa excelência e costumam se assustar ante a sua presença.
Perfeito Sardinha, talvez o melhor exemplo desse tipo de “craque” seja o Galeano, lembra????
Quem esquece Galeano? E tem mais, Mococa, Paulo Almeida, Amaral Coveiro, Eduardo Costa, Sandro o preferido de Mano Menezes, Romulo. Todos esses caras são clones do futebol que assusta, ou melhor do anti-futebol que um dia , pasmem, foram todos eles idolatrados pela mídia como craques da seleção.
Vamo lá Galo ! Vamo Galo ! Vamo Galo ??? nós,campeoníssimos da Florida Cup 16 ( em cima do Corinthians no inesquecível 1×0 ),estaremos fortes hoje a noite contra o Independiente conivelando o futebol brasileiro como sempre fazemos ! Morias, morram de inveja !
Meu caro galinha nao faz tanto tempo q nos demos um milho nesse time .vou melhorar as vezez nem todo time q ganha e o melhor analiza a sua conficçao
A final a qual club vvvc torce pois comenta e nao indentificar e facil