
O Palmeiras vencia o River uruguaio, em casa, por 2 a 0, na base do empenho de todos os seus jogadores, empurrados por uma torcida enorme e delirante, quando, aos 13 minutos do segundo tempo, Cleiton Xavier, depois de um ano no estaleiro, entrou no lugar de Robinho.
Foi como se um facho de luz espantasse as sombras que embaçavam o meio de campo verde, estabelecendo o toque de cristal da criatividade e do descortino, esses dois elementos básicos do futebol de que tanto carece a maioria dos nossos times, sobretudo o Palmeiras dos últimos tempos.
Cleiton Xavier, com sua noção singular de colocação e na exatidão do passe-e-repasse, tocava, recebia, tocava, circulava, enfiava bolas inesperadas ao ataque, e assim foi costurando o time verde como um autêntico e atento artesão.
Resultado: seu time passou a ter pleno domínio do jogo – um domínio pensado, trançado -, marcou mais dois gols, com Allione e Alecsandro, de pênalti, e plantou no Parque a certeza de que um novo Palmeiras está nascendo.
Sim, embora cumprisse seu desígnio esta noite, com a derrota do Nacional para o Rosario, o Verdão está fora da Libertadores. Em contrapartida, abriu uma porta iluminada para o resto da temporada, caso Cleiton Xavier não venha a ter uma recaída.
Tive essa mesma impressão vendo o jogo – E fez-se a luz! Tem muito analista que vê virtudes no futebol do Robinho mas eu não consigo enxergá-las. Mesmo sem o Cleiton me parece que há opções melhores para montar o meio-campo. E, por fim, além da já esperada desclassificação, lamentável o estado do “novo” gramado do allianz parque….
Esta renascendo,…mas é necesario fazer uns cortes no elenco inclusive Zé Roberto ,não da mais para jogar de lateral e esta sem velocidade que o jogo exige. O reto é com empenho e dedicação ,mas no inicio toda imprensa valorizou muito este time que decepcionou por simplesmente não ser tão qualificado como falaram.
NÃO VI O JOGO MAS PRIMEIRO,PRECISAVAM GANHAR SEGUNDO O TIME ERA FRACO TERCEIRO NÃO FAZEM MAIS QUE A OBRIGACÃO!
Se já não bastasse o país viver de cócoras para Eduardo Cunha com as bênçãos da elite, a seleção brasileira como não poderia deixar de ser fica refém da CBF que nos empurra goela abaixo um incompetente aculturado exótico chamado Dunga o queridinho globalizado.. Qual o resultado desse pseudo treinador para merecer ser técnico da Seleção Olímpica? O que fez o senhor Dunga na seleção principal além de uma acachapante derrota em 2010? Até quando iremos aguentar essa situação. Não vai ter Dunga!