
Quero me desculpar com o amigo por não ter postado nenhum texto sobre a rodada deste sábado.
Digo mais: se eu fosse um cidadão exemplar, já nesta segunda-feira estaria entrando em juízo contra a Vivo, que me deixou no mato sem cachorro nem internet neste final de semana (escrevo estas mal traçadas da redação da Gazeta). Mas, não sou um cidadão exemplar. Sou mais um brasileiro dentre tantos que negligencia seus direitos por preguiça ou certeza de que, por mais longeva seja sua natureza, não viverá o bastante pra ver o desfecho dessa ação.
Mesmo porque, segundo o robô que me atendeu quando das tantas reclamações, o apagão era pra meu benefício. Imagine se não fosse. Qualquer coisa com a torre, imagino.
Eeeee, viva La Torre de Pisa,
Che pende, che pende,
Ma non cade piu…
É como o nosso Palestra, que pende, que pende, mas não cai, nem se reergue de vez.
No sábado, por exemplo, perdeu para o Linense, numa tarde festiva da simpática cidade do nosso interior. E, de virada.
É verdade que jogou com seu time reserva. Mas, com alguns jogadores que estão cavando um lugar entre os titulares, como Moisés, que atuou no primeiro tempo, e Erik e Regis, no segundo.
Não chegou a ser uma tragédia; apenas, frustração para a torcida que esperava mais.
Já Santos e Novorizontino ofereceram um jogo emocionante, cheio de gols (3 a 3), um deles, de placa, aquele em que Lucas Limas fintou três defensores e tocou de direita para as redes.
Também, a exemplo do que aconteceu com o Verdão, o Peixe sofreu uma virada inesperada. Mas, conseguiu chegar ao empate no finzinho e quase revirou tudo no último lance da partida.
Meno male.