Entre tropeços e atropelamentos

Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press
Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

O Palmeiras, que vinha tropeçando pela Copinha, atropelou o Flamengo de Guarulhos: 4 a 1, com destaque para as atuações de Cauê, Vitinho, Artur e o volante Altair.

Já o São Paulo, que vinha atropelando todo mundo, tropeçou diante do Taboão da Serra e só conseguiu se levantar nos pênaltis: 2 a 2, no tempo regulamentar, e 5 a 3 nas cobranças de pênalti.

Tropeço que deve ser dividido entre o técnico, que escalou mal o Tricolor, com três zagueiros, e o goleiro Perry, que falhou nos dois gols do Taboão.

Apesar disso, vale ficar de olho em três meninos tricolores: o meia-atacante David Neres, que fez um golaço, o meia armador Lucas Fernandes e o lateral-esquerdo Inácio, que já foi atacante tempos atrás.

Quem, contudo, sobe o morro sem tropeços é o Corinthians, que passou tranquilamente pela fase inicial e estreou sábado na seguinte goleando o Paysandu na base do três vira, seis acaba. Sem frescuras táticas, o Timinho joga como o Timão, sólido na marcação e rápido no ataque.

Tropeço mesmo, desses de se estatelar no chão e não se reerguer mais, foi o do Santos, que caiu fora da Copinha com um time que nem de longe lembra os tradicionais Meninos da Vila. Passou pela fase inicial aos soluços e caiu logo em seguida, nos pênaltis. Saiu de maca da Copinha.

Alguma coisa está errada lá na Vila, meu.

2 comentários

  1. Salve Mestre Helena, bom 2016

    Em relação ao Santos venho defender um pouquinho a formação da base Santista. O Santos subiu uma penca de garotos nos últimos 2 anos, muitos hj são titulares absolutos no profissional (Zeca, Thiago Maia e Gabigol teriam idade de Copinha ainda), em geral ano sim ano não sai uma fornada boa, esse foi o ano “não”, teve briga com técnico, uma outra encrenca aqui e ali, e essa fornada foi perdida, mas sem alardes, a água da Vila continua fazendo sua mágica, aguardemos.

  2. Mesmo em crise a China está ajudando o Brasil de duas maneiras, a primeira é que milhões de dólares entram no país nesse tempo de vacas magras com a nova commoditie exportação que são os medalhões do futebol que estão indo lá jogar. A coisa tá tão boa, que estou pensando seriamente em mandar meus dois filhos entrarem numa escolinha dessas de futebol mecanizado de grama sintética e um profexor de educação física, para quem sabe serem exportados brevemente. A segunda, é que quem sabe por linhas tortas o futebol brasileiro finalmente comece a se renovar de verdade apareçam novos craques e a seleção possa enfim sair dessa mesmice atual.

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