
O Palmeiras, que vinha tropeçando pela Copinha, atropelou o Flamengo de Guarulhos: 4 a 1, com destaque para as atuações de Cauê, Vitinho, Artur e o volante Altair.
Já o São Paulo, que vinha atropelando todo mundo, tropeçou diante do Taboão da Serra e só conseguiu se levantar nos pênaltis: 2 a 2, no tempo regulamentar, e 5 a 3 nas cobranças de pênalti.
Tropeço que deve ser dividido entre o técnico, que escalou mal o Tricolor, com três zagueiros, e o goleiro Perry, que falhou nos dois gols do Taboão.
Apesar disso, vale ficar de olho em três meninos tricolores: o meia-atacante David Neres, que fez um golaço, o meia armador Lucas Fernandes e o lateral-esquerdo Inácio, que já foi atacante tempos atrás.
Quem, contudo, sobe o morro sem tropeços é o Corinthians, que passou tranquilamente pela fase inicial e estreou sábado na seguinte goleando o Paysandu na base do três vira, seis acaba. Sem frescuras táticas, o Timinho joga como o Timão, sólido na marcação e rápido no ataque.
Tropeço mesmo, desses de se estatelar no chão e não se reerguer mais, foi o do Santos, que caiu fora da Copinha com um time que nem de longe lembra os tradicionais Meninos da Vila. Passou pela fase inicial aos soluços e caiu logo em seguida, nos pênaltis. Saiu de maca da Copinha.
Alguma coisa está errada lá na Vila, meu.
Salve Mestre Helena, bom 2016
Em relação ao Santos venho defender um pouquinho a formação da base Santista. O Santos subiu uma penca de garotos nos últimos 2 anos, muitos hj são titulares absolutos no profissional (Zeca, Thiago Maia e Gabigol teriam idade de Copinha ainda), em geral ano sim ano não sai uma fornada boa, esse foi o ano “não”, teve briga com técnico, uma outra encrenca aqui e ali, e essa fornada foi perdida, mas sem alardes, a água da Vila continua fazendo sua mágica, aguardemos.
Mesmo em crise a China está ajudando o Brasil de duas maneiras, a primeira é que milhões de dólares entram no país nesse tempo de vacas magras com a nova commoditie exportação que são os medalhões do futebol que estão indo lá jogar. A coisa tá tão boa, que estou pensando seriamente em mandar meus dois filhos entrarem numa escolinha dessas de futebol mecanizado de grama sintética e um profexor de educação física, para quem sabe serem exportados brevemente. A segunda, é que quem sabe por linhas tortas o futebol brasileiro finalmente comece a se renovar de verdade apareçam novos craques e a seleção possa enfim sair dessa mesmice atual.