Verdão e Tricolor, pífios. Galooo!

Foto: Bruno Cantini/CAM
Foto: Bruno Cantini/CAM

Depois de dez dias de abstinência, o Brasileirão voltou em alto estilo, com o clássico nacional no Horto, onde o Inter caiu morto: 2 a 1 para o Galo. Pouco, pois o Galo botou o Colorado no bolso desde o início da partida, fez seu gol com Pratto, de pênalti, e… tomou o empate na única chegada do Inter à sua área, num corner aproveitado de cabeça por Paulão.

Mas, com todas aquelas chances criadas pelos carijós, a coisa não podia acabar assim. E Marcos Rocha acabou por colocar o placar no devido lugar, no segundo tempo.

Assim, o Galo continua perseguindo o Timão na luta pelo título, enquanto o Inter cada vez mais, sob o comando de Argel, se afasta de suas tradições, jogando como um time pequeno, retrancado e sem imaginação.

Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press
Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Na sequência, o Palmeiras recebe a Ponte ainda ressabiado pela goleada sofrida diante da Chapecoense.

E o início não é nada animador para o Verdão. Desfalcado de alguns jogadores chaves como Arouca e Robinho, é submetida ao melhor toque de bola da Macaca, que logo chega ao seu gol, de pênalti, com Fernando Bob, volante que anda cumprindo bom desempenho nesta temporada.

A coisa estava tão mal parada que Marcelo Oliveira resolveu  trocar Girotto pelo menino Jesus ainda no primeiro, no que foi abençoado pela galera verde. Mas, o milagre não se fez, e Verdão seguiu desorganizado em campo, até o final.

Em seguida, outro clássico nacional: no Maracanã, Fluminense e São Paulo, na estreia do técnico Doriva. Uma chatura ao longo de todo o primeiro tempo, quebrada por apenas dois lances – aquele toque de Ganso na trave de Cavalieri e o gol de cabeça de Fred, na cobrança de corner por Scarpa.

Uma infinidade de passes errados, tentativas vãs de dribles, cruzamentos inócuos de área a área etc.

No intervalo desse jogo, chegou a notícia de Floripa: o Figueirense meteu 3 a 0 no Flamengo e escapou da zona da degola, deixando o Vasco ainda por lá. Vingança rubro-negra de tantas recentes biabas que levou do Almirante.

De volta ao Maracanã, troca-troca: Wesley entra no lugar de Hudson de tantas faltas e lambanças, e Vinícius substitui Gérson, menino que despontou tão bem, mas, desde que foi negociado com o exterior, caiu muito.

Pois coube a Vinícius servir a Marcos Jr. que encobriu Rogério, um golaço!

Aí, o Flu se fechou e foi aquela preguiça até o apito final: o São Paulo tentando tocar a bola, inutilmente, de um lado pra outro e dá-lhe cruzamento insosso na área. Ah, sim, num desses, Luis Fabiano conseguiu um cabeceio que foi ao poste de Cavalieri. E só.

Dessa forma, o Fluminense começa a se reerguer sob a nova direção de Batista, enquanto o São Paulo, na estreia de Doriva, segue sendo o mesmo – uma no cravo, outra na ferradura.

 

 

2 comentários

  1. Alberto Helena Junior, me desculpe, mas pífia é sua imparcialidade.
    Vive criticando o Corinthians. Na sua opinião o time nunca joga bem.
    No entanto, vi há pouco tempo que exaltou o Palmeiras por ter ganho do Grêmio por 3×2 no Pacaembu, publicando em seu blog o seguinte comentário: “GOL É COM O PALMEIRAS”
    E agora meu amigo?
    Realmente tenho que concordar contigo. Gol é com o Palmeiras…
    Tomaram 7 nas últimas 3 rodadas, isso sem falar que 5 foram da Chapecoense, que naquela oportunidade estava na ZR.
    E olha que foram 5 porque o time parou de fazer gol, senão eu iria me recordar de Brasil X Alemanha.
    Exalta o Santos, que realmente está apresentando um futebol bonito, mas inconsistente.
    Falo isso, simplesmente pelo fato de que em jogo contra a Ponte Preta, tomou 3, e não foi mais porque a Ponte parou de jogar no segundo tempo.
    Uma semana depois tomou um passeio do Corinthians. E além de tudo, com o santinho do pau oco Ricardo Oliveira agredindo o Ralf, o time do Santos dizendo que a temperatura atrapalhou porque o jogo foi as 11…
    Engraçado que atrapalhou só o Santos…O Corinthians que era o adversário do Santos jogou em outro horário???
    Por favor…seja menos torcedor e mais profissional, já que assim se classifica.

  2. Foi lamentável a saída do técnico colombiano,que apesar de não possuir um CV de grandes conquistas,se apresentou como alguém que quería fazer algo de diferente no futebol brasileiro. Mas para tanto,é necessário pagar o pato,não o jogador,mas o tempo necessário para a implementação de novas metodologías e treinamentos,e nenhum clube brasileiro tem tempo e paciência para esperar os resultados.Aos mudar de Osório para Doriva,a Instituição SPFC mostrou como dar uma no cravo e outra na ferradura.
    A insconsistência da equipe é apenas um efeito que vem de cima para baixo.

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