Cadê o cara?

aidar1_sbE agora, depois da renúncia de Aidar?

O amigo espia o quadro que começa a se desenhar nos bastidores políticos do São Paulo, percebe que há uma névoa escondendo o horizonte tricolor.

São várias facções se unindo e se digladiando pelo poder. Todas elas, com um pé no Conselho Deliberativo, forjadas ou ligadas, de uma forma ou de outra, com o Coronel Juju e, por extensão, a Aidar. São as mesmas forças que apoiaram Juvenal Juvêncio quando este decidiu rasgar os estatutos do clube, aprovando sua terceira reeleição. As mesmas pessoas que, num certo tempo, estiveram a serviço do ex-presidente e do que acaba de se  demitir.

Falando brasileirês claro: é tudo farinha do mesmo saco.

Extrair desse saco um nome isento de restrições é tarefa para bisturi de última geração manobrado por um Picasso da cirurgia.

O torcedor tricolor, em geral, clama por Marco Aurélio. Teria assinado embaixo, caso meu velho e querido amigo não tivesse ainda outro dia jogado no lixo o mandato que o povo paulistano lhe concedeu na Câmara dos Vereadores para servir à CBF de Del Nero. E, nem daqui cem anos, ele irá me convencer que o gesto foi provocado por uma paixão incontida para vivificar o futebol feminino entre nós.

Assim, forma-se um vazio praticamente insuperável, no momento. Mesmo sabendo-se que há por aí tricolores de alto coturno e de honra ilibada capaz de recolocar o São Paulo nos trilhos. Algo parecido com o que acontece com a política brasileira em geral.

 

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