Só podia ficar no zero mesmo

Santos e Atlético-PR empataram na Arena da Baixada (Foto: Marco Oliveira/Atlético-PR)
Santos e Atlético-PR empataram na Arena da Baixada (Foto: Marco Oliveira/Atlético-PR)

O primeiro tempo foi uma longa sinfonia de passes errados, pontilhada por um staccato – aquele pênalti absurdo marcado contra o Furacão. Absurdo porque o zagueiro dá um carrinho em sua área com os dois braços apoiados no chão quando a bola toca num deles.

Ah, mas é a nova regra. Nova regra só na cabeça dos incautos e ignorantes. A regra continua sendo a mesma, assim como as orientações mais recentes apenas enfatizam as de sempre: se o jogador abrir os braços na área é porque tem a intenção (só intenção é que vale) de ampliar sua área de intervenção em relação à bola com os membros proibidos.

Algo como fez outro defensor atleticano, mais tarde, quando levou o antebraço à bola, na área, e o mesmo juiz não deu nada.

Mas, como reza a regra não escrita, porém, divina, segundo a qual pênalti mal marcado não entra, Ricardo Oliveira bateu no cantinho em que Weverton foi buscar com estilo e percepção.

No segundo tempo, porém, o jogo se animou e algumas situações perigosas combinaram com bizarrices, como aquele cruzamento de Valter que Vanderlei e Douglas Coutinho disputaram e a bola quicou quase em cima da risca do gol e tomou efeito contrário.

E que dizer daquele outro em que Geuvânio serve a Ricardo Oliveira de bandeja que bate de pronto, o goleiro rebate, e Ricardo, a três metros das redes, manda no travessão?

Era mesmo pra terminar em 0 a 0 esse jogo, o mais temerário para o Santos, nesta sua fase de recuperação no campeonato.

 

 

Um comentário

  1. O brasileirão 2015 parece já estar decidido a favor do Corinthias, pois é muita coincidência tanto favoreci-
    mento sempre para a mesma equipe e dentrimento as demais equipes.
    É sempre a mesma história, pois contra a máfia do futebol ninguém conseguiu fazer nada até hoje, daí a razão do fundo do poço que o futebol brasileiro se encontra.

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