Ataque contra defesa: 1 a 1.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Djalma Vassão/Gazeta Press

O clássico começou como se esperava: o São Paulo sufocando o Corinthians no campo adversário, que preferia ficar aloi, na moita, à espera do momento certo para estocar aquela linha de três zagueiros lentos e de técnica reduzida do oponente.

Enquanto isso não acontecia, Centurión, em cruzamento de Carlinhos, de cabeça, meteu a bola no poste esquerdo de Cássio, já batido. Na volta, Ganso, impedido, guardou, mas não valeu, claro.

Aliás, no placar das bolas nas traves, o Tricolor goleou, com mais duas disparadas por Luís Fabiano. Na primeira, bela investida de Bruno pela direita para o giro na trave de Luís Fabiano. Na segunda, toque mágico de Ganso que o centroavante finalizou de novo na trave.

Antes disso, porém, Luciano havia feito o dele, ao receber livre na boca do gol jogada esperta e hábil de Uendell.

Traduzindo: o Timão não mudou uma vírgula sua maneira habitual de jogar – bem fechadinho, disputando a bola palmo a palmo a partir do meio de campo. Já o Tricolor confiando demais na sua linha de três zagueiros, onde estreava Luís Eduardo, atirou-se o tempo todo à frente, marcando a saída de bola da defesa alvinegra, mas, quando tomava os proverbiais contragolpes, era aquele perereco.

8 comentários

  1. Só isso? Não teve mais nada? Pois é…. Falam tanto que o futebol anda modorrento, mas os nossos comentaristas nada fazem de diferente. Quanta falta de criatividade…

  2. Pois este foi o comentário mais sensato que li. Os outros puxando sardinha clara pro Corinthians… é o que mais coaduna com o que eu vi.

  3. um grande classico, com uma ótima atuação do tricolor e a tradicional ‘retrantite’ do time alvi-negro, e pra não perder o costume um erro grotesco da arbitragem a favor deles claro.
    É corinthiano demais na imprensa, to aqui também embasbacado com o que o senhor Chico Lang escreveu.

  4. Empatite ja arrumou substituto para o Goleiro Cassio, só colocar o Wendell, que grande defesa, entranho os critérios, no Mineirão lance mais dificil ainda o juiz\ deu Penalty para o Cruzeiro

  5. BOA TARDE !

    CARO AMIGO E COMENTARISTA ALBERTO HELENA JR. SOU FÃ DO SENHOR COMO DISSE ANTES EM OUTRAS OPORTUNIDADES MAS ACHO QUE VIMOS JOGO DIFERENTE. VI UM SÃO PAULO SUFOCANDO O CORINTHIANS DE CABO A RABO E SE NÃO FOSSE PELA FALTA DE SORTE (TRÊS BOLAS NA TRAVE) E UMA BELA DEFESA DO LATERAL CORINTIANO O SÃO PAULO PODERIA TER GOLEADO O CORINTHIANS , CONCORDO QUE É UM PERERECO A DEFESA , MAS CREIO QUE PRINCIPALMENTE PORQUE ESTA COMEÇANDO AGORA O TIME COM TRÊS ZAGUEIROS E EM SEGUNDO PELA MA QUALIDADE . ESTOU GOSTANDO DO TRABALHO DO OSÓRIO , SE NÃO TIVESSE PERDIDO TANTOS JOGADORES ESTARIA NA PONTA DA TABELA , O TIME JOGOU COM VONTADE E DETERMINAÇÃO , COISA QUE NÃO ESTÁVAMOS VENDO ANTES , VOCÊ PERDER UM JOGO É NORMAL , O QUE NÃO ERA NORMAL ERA PERDER JOGANDO UM FUTEBOL APÁTICO E SEM CRIATIVIDADE COMO ERA ANTES . OSÓRIO ESTA COMEÇANDO A DAR SUA CARA AO TIME . MAIS UM PONTO POSITIVO É A VOLTA DO BRENO , TOTALMENTE SEM RITMO E MEIO PERDIDO AINDA , MAS PODE SUPRIR A FALTA DE UM VOLANTE DE QUALIDADE POIS TEM FUTEBOL PARA ISSO , TEMOS QUE DAR TEMPO PARA ELE .

    UM GRANDE ABRAÇO !!

    1. Amigos o prenominal pessoal “se” foi a palavra mais falada nestes comentários.
      “Se a trave não existisse…”;
      “Se o juiz tivesse visto a bola na mão…”;
      Se, se, se não joga e chega de choro. Desta vez não deu.
      Vamos treinar mais pra chutar dentro do gol.
      Bola na trave e na bandeirinha de escanteio tem o mesmo peso.
      Interpretação de árbitro que não conseguiu ver o lance também não tem conversa. Que o diga Carlos Amarilla.
      Portanto chega de “se” e vamos pra próxima.
      E tenho dito!

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