
Parecia que o Inter iria definir sua classificação para as finais da Copa Libertadores nesta noite de quarta-feira, em pleno Beira-Rio.
Bola rolando, logo o Colorado meteu duas nas redes do mexicano Tigres, com D’Alessandro, em saída de bola desastrada da defesa inimiga, e com Valdívia, em disparo dividido que encobriu o goleiro.
E o Inter não parou aí: seguiu pressionando o adversário, com marcação avançada, boas trocas de passes e infiltrações incisivas.
Mas, o terceiro gol não saiu e, aos poucos, o Inter foi refluindo a ponto de perder o domínio do meio de campo, tempo em que passaram a se destacar no Tigres Aquino e suas investidas pela esquerda ou pela direita e o francês Gignac, contratado a peso de ouro outro dia do Olympique de Marselha. Bicho bom de bola esse gaulês.
Resultado: aos 23 minutos, Ayala colheu de cabeça centro preciso de Rafael Sóbis, cria do Inter, e reduziu o placar para 2 a 1, acendendo um sinal amarelo para os colorados.
Sucede que, logo aos 12 minutos da etapa complementar, esse mesmo Ayala é expulso.
Apesar da vantagem de um jogador a mais, o Inter, a não ser em duas oportunidades, não conseguiu chegar próximo à meta mexicana e terminou o jogo com a pulga atrás da orelha. Será que, lá, vai dar pra garantir essa vantagem?
Cá entre nós? Tenho minhas dúvidas. Esse era o jogo pra matar de vez a expectativa. Não matou.