Seleção azul, na festa de Alex

Tava aqui vendo o jogo festivo em homenagem a Alex. E, diante do desfile de craques do passado que se exibiam no gramado do Maracanã, fiquei papeando com minhas lembranças azuis, atrás do time ideal do Cruzeiro desde que pus meus olhos sobre essa Raposa gloriosa.

Confesso que minha memória azul recua apenas até os meados dos anos 60, marcada pelo aparecimento, em nível nacional, daquele time inesquecível de Tostão, Dirceu Lopes e cia. bela. Antes, não lembro de ter visto o Cruzeiro em ação. Aliás, na década anterior, o alcance do olhar paulista se estendia apenas aos times cariocas, por causa do Rio-São Paulo, o torneio embrião do Robertão, semente do Nacional, hoje, Brasileirão.

Dito isso, vamos ao que importa: a minha Seleção do Cruzeiro que vi em campo ou pela tv, a partir daquele timaço dos anos 60.

Ei-la: Raul Plassman; Nelinho, Perfumo, Procópio, que cederia seu lugar para Piazza, na improvisação que valeu uma Copa do Mundo para o Brasil, por sua significância na história do clube, e Sorin; Zé Carlos, Dirceu Lopes, Alex e Tostão; Ronaldo Fenômeno e Joãozinho, que cava seu lugar entre tantos outros ídolos cruzeirenses por força de seus dribles divertidos e aquele gol antológico de falta.

Quem gostou pede bis. Quem não gostou…

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