
Essa história é mais antiga do que andar a pé. O Uruguai, na mais feroz retranca, sendo dominado plenamente o tempo todo, e, quando a derrota inevitável se aproxima, arma o maior salseiro em campo.
Justificativa? As expulsões de Cavani, aos 36 do segundo tempo, e de Fucile, já pra lá dos 40, quando o Chile, que havia se debruçado sobre a área celeste o jogo inteiro, vencia por 1 a 0, fruto de um disparo de Isla, em passe de Valdívia.
Expulsões que resultaram da exibição correta de dois cartões amarelos para os jogadores uruguaios. E ainda houve quem dissesse que, no caso de Fucile, não houve falta, pois o jogador teria tocado na bola antes. Como se futebol de campo fosse jogo de botão. O que conta, nesse caso, é a virulência com que o uruguaio foi à bola. Está na regra, pô!
O fato é que o Chile botou o Uruguai na roda desde os primeiros minutos, depois de breve tentativa celeste de marcar por pressão. Foi algo em torno de 80 por cento de posse de bola. Posse através de trocas de passes voltados claramente no sentido de chegar ao gol adversário. Teve dificuldades pra criar chances claras porque os uruguaios se concentraram todos lá atrás e, com a determinação que lhes é peculiar, conseguiram resistir.
Se o placar foi apertado, ao cabo, o empate teria sido uma facada nas costas do verdadeiro futebol.
o jogo foi trucado ,mas o arbitro não precisava fazer o que fez Sandro Meira 1 x0 Uruguai.