
Aquilo foi mesmo um assalto, descarado, que eliminou o Corinthians da Libertadores e classificou o Boca Juniors, em 2013. E a divulgação da escuta telefônica entre o então presidente da federação argentina e seu representante na comissão de arbitragem da Conmebol soa tão forte que resultou no afastamento do juiz Amarilla, pivô do episódio citado, por seu próprio país, o Paraguai.
Na conversa, Júlio Grondona, o falecido presidente da AFA faz referência a um outro assalto praticado desta vez contra o Santos de Pelé e cia. a favor do Independiente. Fato, aliás, que contribuiu muito para o Peixe, à época bicampeão mundial e com o melhor time de todos os tempos do planeta, zarpar em direção a outros mares distantes da Libertadores, onde faturava muito mais sem essas mutretas habituais desde sempre.
Escândalos desses são recorrentes ao longo do tempo e em todas as partes do mundo, sobretudo por estas bandas tropicais. O diabo é que vem na esteira de um escândalo ainda maior, o da Fifa, sem falar naqueles outros tantos e ainda mais significativos que vêm abalando a vida pública brasileira nos últimos tempos. E, se o amigo supõe que isso está circunscrito à ação nefasta do PT, de Lula e Dilma, comete erro fatal.
A tragédia Brasil vem sendo escrita desde quando Cabral pisou num porto seguro para as mutretas que seriam plantadas a partir daí.
Pedro II, tido como um imperador íntegro e amante das novas tecnologias de sua época, barrou sem dó nem piedade os planos futuristas do Barão de Mauá, que visualizava um país-continente unido por por um sistema mais limpo, barato e eficiente de transportes – o trem. E, décadas mais tarde, Washington Luís decretou a morte das ferrovias com a célebre frase – Governar é construir estradas. Em seguida, botou o Brasil de quatro… rodas, criando essa rede de asfalto que nos sufoca nas ruas e nas estradas, dia após dia, cada dia mais.
Foi o início da ascensão das empreiteiras, impulsionada pelo boom industrial dos anos 30 e, nos 50, pelo imobiliário. É o que passou a ser chamado de progresso.
A São Paulo da minha adolescência era um verdadeiro canteiro de obras. Você andava pela Ipiranga e São João, que muitos anos depois Caetano Veloso viria a cantar, e era uma sequência de tapumes de madeira escondendo as obras em andamento. nos quais, de quando em quando, abria-se uma portinhola para meus devaneios – os sebos de livros raros e de discos dos anos 20/30/40, verdadeiras preciosidades a preço de banana.
O conluio entre governos e poderosos com as empreiteiras virou rotina, a tal ponto que o slogan de um político famoso da época era Rouba, mas Faz. Se lembrar outro tão atual, fugido da Interpol, embora eleito pelo povo, não é mera coincidência.
Assim como outro slogan ficou famoso nos anos 70 – Onde a Arena Vai Mal, um Time no Nacional – apregoado pelo presidente da CBD (a CBF de então) e da Arena Fluminense, partido da Ditadura, para justificar os quase cem clubes que constituíam a primeira divisão do Campeonato Nacional, o Brasileirão da época. Assim, por exigência dos regulamentos da CBD, as empreiteiras cuidaram de espalhar elefantes brancos por este país afora. Chegou-se ao extremo de se erguer um estádio em Erexim com a capacidade o dobro da população da cidade. Também não é mera coincidência se o amigo comparar com o que acaba de ocorrer no pós Copa do Mundo.
A verdade é que se Quem Cai no Horto, Tá Morto, como se ufana justamente o atleticano, quem cai no círculo do poder fica mais vivo do que nunca, vivíssimo, ao ser sugado pelo sistema de maracutaias vigente há séculos neste país, como costumava dizer Lula, quando à frente dos movimentos sindicais e na ferrenha oposição aos poderosos de então. Agora, o mesmo Lula pede por uma nova utopia para que seus partido sobreviva ao tsunami atual.
Quer dizer, então, que tudo não passava de utopia – algo sublime e irrealizável? E ainda ele quer uma outra para substituir a que se esfumou em negra fumaça?
Ou será que não tá na hora de cairmos na real, sem utopias e sem maracutaias?
Eis mais uma utopia, se me permite o amigo o eterno ceticismo em relação à raça humana.
Dom Pedro II deu fim às ferrovias?Não vem!Tudo de ruim nesse país começa com a República.A República tem sido a desgraça do Brasil.Dom Pedro II foi o melhor governante que tivemos.Desafio a qualquer um estudar sobre a história do Brasil fora dos livros oficiais…a verdade vai chocar.
Leia Mauá,,de Jorge Caldeira. Pra seu governo, não só estudei a história do Brasil, como tive um professor no Ginásio Luciano Maia, no velho Brás,Arlindo Veiga dos Santos, ideólogo do Patrianovismo, movimento inócuo em favor da volta da Monarquia, que tentou me cooptar por muito tempo. Não falo sem saber, amigo.
Não sou menino,sou menina.Posso ate ler o q tu recomenda ,porém eu vivo e sinto na pele o que é a República brasileira.Tudo que tenho lido e estudado sobre ela eu comprovo no meu dia a dia.O movimento da Monarquia n é inócuo não.A cada dia surge mais gente interessada no assunto.Mesmo que ela não retorne é preciso ,pelo menos,fazer justiça à família real,especialmente Dom Pedro II e o mais importante,mostrar ao povo que a história do Brasil n é feia e sem graça como nos foi ensinado nas escolas resgatando assim o nosso amor ao Brasil.Obrigada por responder. Bjo 🙂
Ô, menina Lana, me perdoe, vc que me honra sempre participando deste papo. Não percebi. Aliás, sou menino e me chamo Helena, que fazer? Não me leve a mal. Quanto ao inócuo me referia a tentativa vã do professor Arlindo Veiga me arregimentar para o Patrianovismo.
Quanto à família imperial, devagar com o andor, menina. Dona Maria, a Louca, não era exatamente um padrão de comportamento. D. João, embora tenha criado aqui uma insfra-estrutura mínima para o funcionamento da Corte, só o fez porque chegou com a turma toda de lá fugido de Napoleão. E Pedro I, de braço dado com seu amigo malandro, o Chalaça, virou o Rio de ponta-cabeça, além de fechar o Parlamento, entre outras coisas.
Vale, porém, saber que não assaltaram o tesouro nacional como alguns o fizeram na Velha e nesta República.
Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão, e viva Amarrila,vai curica para segundona, pois lá é o seu lugar.
O eterno mau caráter de sempre, Oliveira, torcedor do timinho número zero do RJ, o Flalixo.
Este arbitro ,dito por boa parte da imprensa nacional como bom ,eu sempre que ele apitava jogos de times brasileiro ,questionava sua conduta, pois sempre usava a regra severa aos brasileiros e vistas grossas aos restante da america do sul. Mas o grande problema é da nossa representante CBF que quando há julgamento de atletas nunca comparece para defender ou representar ,foi o caso do Neymar ,não estou defendendo suas atitudes mas o fato é que foi perseguido em campo pelos adversarios e os arbitros. Houve um julgamento com intersse do \Chile que quer ser campeão em casa e sem neymar jogando sera mais facil .O presidente da CBF com medo de ser Estraditado do chile mandou seu diretor ,que mandou não sei quem ,que não foi defender o atleta e ficou por isso e boa parte de nossa imprensa boca alugada deu razão aos corruptos da conmebol .E o futebol arte vai agonizando ,na UTI por falta de interesse e compromentimento de nossos dirigentes
D.Pedro II foi um personagem de nossa história que me cativou durante minha infância.
Homem culto,poliglota,de fato um amante das tecnologías de seu tempo como a fotografía
e o telefone.Nos primórdios do tradicional colégio que levava seu nome,chegou a fazer parte das primeiras bancadas examinadoras para admissão dos alunos.
Antes de completar 18 anos fundou a linda Petrópolis.O cara era um fora de série.
Na minha juventude encarei a realidade de frente e é claro que tive que admitir que meu
herói de infância era um ser humano com suas qualidades e fraquezas.
Cometeu graves equívocos nos processos de delegação de autoridade,o que afetou negativamente o sitema educacional.Possuía escravos reprodutores(não era tão bom mocinho que pensávamos) e quando sua filha assinou a Lei Áurea ele perdeu o Império(o tiro saiu pela culatra).Chegamos a ter um sistema de transporte ferroviário com tanta eficiência que os horários de trens serviam de base e referência para as pessoas acertarem seus relógios.Irineu Evangelista de Sousa,mais conhecido como Barão de Mauá ,foi um brasileiro com visão de décadas adiante de seu tempo e responsável pelo então sucesso nacional dos caminhos ferroviários.
Para nosso azar o Imperador não teve empatía com as idéias e planos de Mauá,seja por
ciúme ou sei lá que mais.A realidade é que até hoje o país não possui um sistema ferroviário adequado como nas grandes cidades da Europa,apesar de que haviam prometido que antes da Copa teríamos um trem de alta velocidade entre SP-RJ.
Nossa infraestrutura de transportes é palpérrima e cara,e na realidade sem o caminhão
o Brasil para.
Comparado com os governantes posteriores,talvez Pedro de Alcântara tenha sido o melhor,mas seus equívocos continuam pagando faturas.
Perfeito Senhor Alberto Helena Júnior, como sempre considerações ponderadas e pautadas na história verdadeira deste país e vividas também como experiência.
Se a população não mudar a sua forma de pensar e posteriormente a de agir nunca sairemos deste estágio de Brasil Colônia e caminharemos à passos largos para a Grecização (nos tornarmos uma Grécia) cada vez mais rápido, vide o ParlaShopping, em que em uma economia fragilizada, para não dizer à beira da falência, já que o PIB para este anos é de -1, os gastos públicos e recursos a partidos políticos alçam e alcançam valores estratosféricos, ou seja, o país todo trabalha e agoniza para sustentar a farra e a orgia da classe política (Legislativo), da (in)Justiça e do alto escalão do Executivo, para não esquecer de citar os “empresários” que financiam as campanhas destes.
CERTO ALBERTO – TIVEMOS AZAR DE TER OS COLONIZADORES QUE TIVEMOS, DE MODO GERAL. D PEDRO ll SEM DUVIDA FOI UM BOM GOVERNANTE MAS SUA INFLUENCIA NAO PODERIA IR MUITO LONGE, PELO TEMPO E PELO PAIS DE ENTAO.
MAS NAO SERIA CORRETOO NAO MENCIONAR GRANDES POLITICOS QUE APARECERAM EM NOSSA HISTORIA RECENTE. DEPOIS DO PESADELO GETULIO, VEIO O JUSCELINO QUE DEU IMPULSO AO PAIS MAS NAO COMBATEU A CORRUPCAO,. A CONSTRUCAO DE BRASILIA FOI UM PRATO PARA A LADROEIRA.
MAIS TARDE APARECEU UM LIDER DE GRANDE ENVERGADURA: CARLOS LACERDA QUE HOJE FAZ MUITA FALTA – MAIS TARDE TANCREDO NEVES, FERNANDO HENRIQUE, COVAS , JAIME LERNER NO PARANA,,, RICHA, O SERJAO.
ENFIM DA PRA PERCEBER QUE EU ME REFIRO A ELITE DO PSDB QUE QUANDO NO GOVERNO ACABOU COM O PESADELO DA INFLACAO E TRACOU O CAMINHO CORRETO DA ECONOMIA BRASILEIRA.