
Em partida exemplar de Ganso, que marcou, roubou bolas, movimentou-se ali pelo meio de campo, e deu ritmo ao time com seus passes exatos e surpreendentes, o São Paulo venceu o Joinville no Morumbi.
Quando digo exemplar não estou dizendo espetacular, soberbo, excepcional, nada disso. Exemplar, no sentido de que, diante de suas últimas apresentações, esta é a média de produtividade que se espera do imenso talento individual de Ganso.
O fato é que o São Paulo, como um todo, foi muito melhor do que o Joinville, que acaba de ascender da Segundona com o destino da volta mais ou menos definido, caso não melhore substancialmente.
Começou em cima do adversário, criou duas excelentes chances, com Luís Fabiano furando na marca do pênalti, e cabeceio fulminante de Thiago Mendes que o goleiro Oliveira salvou para escanteio. Na sequência, bola que rola, Bruno levanta para Dória, de cabeça, abrir o placar.
No segundo tempo, já com Pato no lugar do Fabuloso, o Tricolor ganhou versatilidade na frente, embora se ressentisse de jogadas mais velozes pelo lado do campo. Mas, logo aos 12 minutos, Ganso serve a Pato, que rola para Michel Bastos, livre, desferir o petardo do segundo gol.
Aí, ficou aquela inhanha, até que, já lá pelos 40 minutos, Ganso tocou para Thiago Mendes, que rolou para Pato desferir uma bomba de canhota no canto: 3 a 0.
Placar na medida do desenvolvimento do jogo, mas nada para o tricolino amigo festejar como o grande start de seu time em direção ao título. Foi apenas o óbvio, nada mais.
Helena, gosto de voce, mais falar que o ganso foi exemplar? Errou varias vezes no segundo tempo o chamado”ultimo passe”, olhava espaços no meio campo que ele deveria preencher e ele sempre enfiado no meio da marcação. Foi mediano. Joinvile fraquíssimo realmente.