
Preciosa a vitória do Cruzeiro sobre o River, no Monumental de Nuñes. Não só porque, no jogo do Mineirão, a Raposa deverá ser mais ousada e serena do que foi lá. Mas, sobretudo, porque pôde sentir o pulso do adversário, na casa dele, e perceber que a pulsação é fraquinha, seja na defesa, seja no ataque, embora a bola estivesse mais tempo nos pés dos argentinos.
Basta dizer que, apesar do bumba-meu-boi da defesa azul, e da falta de organização no meio de campo pela omissão do jovem e bom De Artrascaeta, foi o Cruzeiro quem criou as melhores chances de abrir o placar. Poucas, mas claras.
As duas mais evidentes, graças a Gabriel Xavier, aquele canhotinho hábil e ágil, que entrou no segundo tempo, substituindo a De Arrascaeta, e agitou a coisa toda lá na frente. Na primeira, driblou dois e serviu a William, que deu um bonezinho e disparou longe do alcance do goleiro, mas não do beque, que salvou em cima da risca. Na segunda, dividiu com o goleiro sobra de disputa de cabeça de Leandro Damião bola que rola para Marquinhos, o mais ativo do time, marcar o gol da vitória.
Agora, é só confirmar, aqui no Mineirão, a passagem para a fase seguinte da Libertadores.
Alberto vai pra ESPN ou para a FOX.
O Bem amigos eu me recuso assistir.