Peixe merecia mais

Djalma Vassão/Gazeta Press
Djalma Vassão/Gazeta Press

É verdade que o golaço de Geuvânio, ainda no primeiro tempo, vale por dois, pela singeleza e precisão do lance – um toque de canhota por cima do goleiro, no ângulo.

Mas, de fato, o Peixe merecia ter saído de campo com uma vitória por goleada sobre o Cruzeiro, dado o volume de jogo peixeiro, sobretudo no segundo tempo, e as chances criadas, desperdiçadas e impedidas pelos zagueiros e goleiro azuis.

Só daquelas bola salvas sobre a risca, foram duas. Em outra, Gabigol, que havia substituído Geuvânio, diante do goleiro tinha mais duas opções de companheiros livres diante das redes vazias, o garoto, porém, preferiu  bater e a bola saiu raspando o poste.

E tudo se acentuou a partir do instante em que Robinho passou a atuar pela direita, em cima de Fabrício, praticamente estreando num Cruzeiro que jogou sem nenhum lateral-direito de ofício e que soma sua segunda derrota seguida no Brasileirão.

Resta, agora, pegar o River de frente, no Monumental de Nuñes. Terá de jogar muito mais do que isso, meu.

 

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