
É verdade que o golaço de Geuvânio, ainda no primeiro tempo, vale por dois, pela singeleza e precisão do lance – um toque de canhota por cima do goleiro, no ângulo.
Mas, de fato, o Peixe merecia ter saído de campo com uma vitória por goleada sobre o Cruzeiro, dado o volume de jogo peixeiro, sobretudo no segundo tempo, e as chances criadas, desperdiçadas e impedidas pelos zagueiros e goleiro azuis.
Só daquelas bola salvas sobre a risca, foram duas. Em outra, Gabigol, que havia substituído Geuvânio, diante do goleiro tinha mais duas opções de companheiros livres diante das redes vazias, o garoto, porém, preferiu bater e a bola saiu raspando o poste.
E tudo se acentuou a partir do instante em que Robinho passou a atuar pela direita, em cima de Fabrício, praticamente estreando num Cruzeiro que jogou sem nenhum lateral-direito de ofício e que soma sua segunda derrota seguida no Brasileirão.
Resta, agora, pegar o River de frente, no Monumental de Nuñes. Terá de jogar muito mais do que isso, meu.