
Chelsea e Juventus, a exemplo do que já ocorrera com o Bayern, sagraram-se campeões de seus respectivos torneios nacionais com antecedência.
O Chelsea, com um jogo opaco, venceu por 1 a 0 Crystal Palace, e levantou a taça inglesa. Aliás, depois de um primeiro turno exuberante, quando o trio de meio de campo formado por Matic, Fàbregas e Oscar deu o tom na criação, e Hazard, eleito o melhor jogador do campeonato, esmerilhava lá na frente, ao lado de Diego Costa, o Chelsea caiu na vala comum ao longo do returno.
Já a Juventus, como vem ocorrendo nos últimos anos, era favas contadas desde o início da disputa, já que possui um elenco muito superior a de seus eventuais competidores. O Milan é um fim de feira deplorável. A Inter perdeu a indentidade, e os demais são meros figurantes. Apenas a Roma, ainda escudada em Totti, creia, incomodou um pouquinho.
Na verdade, o campeonato italiano, que liderou durante décadas as competições nacionais da Europa, regrediu no tempo e no espaço a quase fazer frente ao joguinho que praticamos por aqui.
De quaquer forma, a Juve, com aquele meio de campo de se tirar o chapéu – Vidal, Pirlo, Tevez e Pogba -, além do título italiano, celebra a possibilidade remota mas viável de passar pelo Real Madrid e ir às finais da Liga dos Campeões pela primeira vez em muitos anos. Já o Chelsea caiu fora faz tempo.