
Foi uma noite brasileira na Libertadores, com a classificação de Inter, Galo e São Paulo, que se juntam a Corinthians e Cruzeiro nas oitavas de final.
Das três passagens, sem dúvida, a mais emocionante foi a do Galo, no Independência. Precisava fazer um placar de 2 a 0 sobre o Colo-Colo. E fez, mesmo com Guilherme perdendo um pênalti, graças àquele disparo mágico de Rafael Carioca, no ângulo.
E a mais surpreendente, a vitória tricolor sobre o Corinthians por 2 a 0. Não pelo placar em si, mas, sim, pela forma com que o construiu. Foi como se os deuses tivessem recolhido aquele jogo de ida, em que o Corinthians massacrou o São Paulo, tática e tecnicamente, e o virassem do avesso.
Do início ao fim, o Tricolor teve a bola a seus pés. Mais do que isso: revelou um espírito até então insuspeitado – não só teve a bola a seus pés como roubou a alma do jogo, esvaziando o adversário de tal maneira que parecia não existir um Corinthians em campo.
E isso nada teve a ver com as expulsões – as de Sheik, no primeiro tempo, e de Luís Fabiano e Mendoza, no início do segundo. Antes da expulsão de Sheik, o Tricolor já dominava o jogo. Isso, sem falar em três chances claras perdidas por Dória, Hudson e Ganso. E, logo em seguida, Luís Fabiano abriria o placar.
Por fim, aos 40, foi a vez de Michel Bastos, juntamente com Ganso, o melhor em campo, disparar um petardo rasante no canto de Cássio: 2 a 0, era pouco, mas bastava.
E bastou para um segundo tempo desprovido de maiores emoções, sobretudo depois que o Corinthians soube que esse resultado evitaria que se encontrasse com o Galo na fase seguinte, e, sim, com o Guarani do Paraguai. Melhor, claro, sobretudo para um time que, depois de uma campanha excepcional soma dois insucessos seguidos – a desclassificação no Paulistinha para o Palmeiras e esta derrota acachapante para o São Paulo que encerra sua longa invencibilidade.
E o Inter? Bem, o Colorado fez um primeiro tempo exemplar contra o Strongest, graças, sobretudo, à entrada de Valdívia, o cover, mais jovem e igualmente talentoso, autor do gol da vitória. Foi o que bastou.
Enfim, noite pra ser celebrada ao som da gaita do fandango, da viola do cateretê e do violino de Bertorino Alma, que não se perde pelo sobrenome do anagrama de Alberto Marino, autor da valsa Luar de São Paulo..
Ō seu Alberto… Leve correção: O primeiro gol do SPFC aconteceu 13 minutos depois que o Sheik foi expulso… A expulsão foi aos 18 min do 1o. Tempo, e o gol do SPFC foi aos 31 min…
Olá Alberto Helena, sou um admirador do seu trabalho, mas gostaria apenas de fazer uma correção: quando o Emerson foi expulso, aos 18 minutos, a partida estava 0 x 0. Só após isso o São Paulo abriu o placar.
O jogo São paulo e Corinthians, estava na cara de todo mundo.
Todos torcendo para o São Paulo se classificar, até o corinthians, na vóz de Tite, que já havia dado uma entrevista que estava torcendo para o São Paulo.
E a arbitragem então, não se esperava outra coisa, a não ser dar uma ajudada no São Paulo, com uma arbitragem caseira e brasileira.
muito bem
O São Paulo surpreendeu com um futebol de qualidade que fazia alguns anos que não se via,marcando forte e saindo em velocidade,precionando o adversario na defesa ,não dando espaço e o resultado sai ao natural.Agora vem a fase eliminatoria (não me fale MATA_MATA)porque se é eliminatória é mata ou morre!Esta frase mata-mata quem criou foi o fanfarrão do Tulio em 1995 em um jogo que o Botafogo venceu na copa do Brasil ,no final o reporte perguntou sobre o jogo e ele saiu com esta frase : Eu gosto deste mata-mata e ai o reporte deu enfase para esta formula de competição chamando-a de mata-mata..
Helena,
bom dia.
O time dos curicas está dentro daquilo que realmente é: jogou 15 partidas com um futebol que não é dele, e que quando joga sem seus atacantes ( juiz e 02 bandeirinhas ) não ganha de ninguém.
Edson, se for um pouquinho observador verá que a juizada do jogo de ontem tinha a mesma cor do uniforme do goleiro Senil… Jogando juntos e uniformizados! kkkkkkk…
Helena, Concordo com a maioria de seus comentários, acho-os muito rico e concisos. Porém não é verdade que quando o Sheik foi expulso, o São Paulo já vencia . O Sheik foi expulso ao 19 min e o gol do SP saiu aos 30.
E quem disse que um jogador a menos num jogo desta importância não faz diferença ?, ainda mais que o a adversário estaria morto na libertadores caso não vencesse.
O Juiz foi rigoroso demais e incoerente. Pois qdo marcou a falta no lance , ele estava de frente para o Toloi e Sheik , e neste momento ele não quis ver as duas pisadas na perna no jogador corinthiano. Nem ele e nem o bandeirinha que estava olhando o lance. Mas “Surpreendentemente ” viu de costas , o trança pé que o Sheik deu. Se não estivesse de consciência pesada , bastaria um amarela no máximo. E quando o Timão Parecia estar disposto a desafogar e atacar pela esquerda de forma corajosa com o Mendonza. Aí o Juiz outra vez deu o ar da graça. O SP poderia estar até melhor no jogo, mas não seria certeza que venceria ou que fosse tão fácil. O juiz limou e minou o Corinthians e facilitou para o adversário.
Helena, vc está bem equivocado, “antes da expulsão de Sheik, o Tricolor já dominava o jogo e vencia por 1 a 0, gol de Luís Fabiano, em bate e rebate na área”, errado meu amigo, o gol saiu aos 31 minutos e o Sheik foi expulso aos 18 minutos, portanto o Timão ficou ainda 13 minutos sem tomar gol, e esta expulsão foi muito errada, pois o Sheik foi pisoteado pelo zagueiro covarde Toloi que foi muito cara de pau em falar que não fez nada, só que contra o Timão vale tudo, a favor se for um lateral já gera notícias do tipo “Apito Amigo”, e assim caminha a mediocridade e a humanidade!
A imparcialidade passou longe deste comentário. Dizer que as expulsões não influenciaram em nada na partida é no minimo ignorância. Sobre o São Paulo melhor até os 18min do primeiro tempo, antes do Corinthians ficar com 1 jogador a menos, simples, O São Paulo precisava do resultado, jogava diante de sua torcida, jogava pelos 100mil de bichos a serem pagos por um torcedor e jogava para evitar a aposentadoria do seu maior jogador Rogério Ceni. Óbvio que o time do Morumbi tinha a obrigação de pressionar, abafar o corinthians, absolutamente normal, o próprio Corinthians executa isso muito bem na arena, assusta o adversário no inicio. Depois, a tendencia é o ritmo cair aos 25, 30 min pois os jogadores não aguentam esse forte ritmo e a partida se equilibra, mas infelizmente o arbitro não permitiu, errou ao nao expulsar o Tolói, cometeu a falta e depois pisou no Sheik ainda sentado no gramado. Isso não quer dizer que o SP não venceria a partida, mas com certeza, seria diferente.