Foi uma vitória ao velho estilo do Galo de briga, e quem deu o tom do ritmo aplicado por seu time foi Leandro Donizeti, um guerreiro no meio de campo, do início ao fim.
Mas, quem fez soar o acorde final foi Guilherme, na sua volta aos campos, aproveitando em alta velocidade aquele lançamento magistral do goleiro Victor, já no finzinho da partida, quando o Santa Fé ameaçava chegar ao empate.
Até então, o Atlético vencia por 1 a 0, gol de Carlos (o menino que, depois, nos deu um susto ao deixar o campo tonto com o chute na nuca desferido por um adversário). Isso, ainda no primeiro tempo, quando o Galo praticamente tomou conta da bola, dos espaços e, sobretudo, do espírito do jogo, estimulado por sua delirante torcida no Independência.
No segundo, porém, aos pouc0s foi perdendo a força, principalmente pela dificuldade de Dátolo em armar sua equipe. Mas, no momento mais crucial, surgiu Guilherme, um meia de técnica, habilidade e inteligência especiais, contudo, predisposto a seguidas contusões, o que é uma pena.
Com essa vitória, o Galo embolou tudo no seu grupo e renasceu de vez para a Libertadores.