Tu quoque, Guardiola?
A célebre última frase de Júlio César diante da traição de seu protegido, Brutus, envio para Pep Guardiola, o mais sábio dos treinadores de futebol atual, que neste sábado cometeu uma lambança digna dos nossos conterrâneos. Jogando contra o Hannover, na casa do inimigo, entrou em campo com três zagueiros-zagueiros, como diria Luxa: Badstuber, Dante e e Boateng, mais o volante-volante Xabi Alonso, com Alaba por dentro e Ribéry no banco.
Resultado: embora tivesse a bola a seus pés o tempo todo, o Bayern não conseguia vencer a retranca do adversário e ainda tomou um gol de contragolpe. É verdade que resp0ndeu no ato, com Xabi Alonso, em cobrança de falta. Claro, pois, não dispunha das jogadas pelos lados, já que Robben estava encaixotado entre quatro marcadores na direita, e Bernati era esquecido na esquerda.
Mas, só no segundo tempo, quando desfez o malfeito, trocando Dante por Ribéry e Xabi Alonso por Schweinsteiger e Götz por Lewandovski, foi que o Bayern conseguiu varar o ferrolho vermelho e chegar aos 3 a 1 finais, com dois de Muller, além de criar mais duas ótimas chances para ampliar.
Guardiola, Guardiola, meu filho…