
Oswaldo de Oliveira, de paletó e gravata, foi apresentado pelo Palmeiras como novo técnico, com a promessa de que cumprirá seu contrato de cabo a rabo. Isto é: um ano.
Esse é o estágio atual do nosso futebol, que, aliás, vem do início dos tempos: é preciso que o presidente se comprometa a manter o técnico pelo prazo do contrato, mesmo que este seja de tão curta duração, sabendo-se que o time do Palmeiras carece de uma reconstrução da base ao último andar do elenco.
Prazo suficiente, porém, para a Turma do Amendoim soterrar o técnico sob uma montanha de cascas do aperitivo favorito.
Sim, porque o fato é que há uma rejeição generalizada à figura de Oswaldo de Oliveira, o único técnico no futebol brasileiro que já dirigiu os quatro grandes de São Paulo e do Rio, com títulos conquistados em quase todos eles. E um dos raros que fazem seus times jogarem um futebol mais agradável, ofensivo, priorizando a técnica em vez da força.
É que a turma curte aquele técnico performático, que fica fazendo micagens à beira do campo, xinga o juiz, reclama de seus jogadores, alterna caretas de todos os tipos, como se fosse o próprio torcedor ali personificado. Tudo fantasia, teatro pra brasileiro ver, com as exceções de praxe, claro. É, talvez, o mau gosto do nosso torcedor que não bate com o bom gosto de Oswaldo, que, por sinal, no Botafogo, passou a encenar também esse papel.
Bem, mas na serena prática da realidade, o que se pode esperar do trabalho de Oswaldo no Palmeiras?
Ele mesmo já deu a dica no discurso de apresentação: vai depender do material que tiver em mãos. Se for de baixa qualidade técnica, o negócio é segurar as pontas e brigar para não passar novos vexames. Se for de média qualidade, vai poder aspirar algo mais, um futebol equilibrado entre defesa e ataque. Se for de alta qualidade, então, sim, lutar por títulos e apresentar um jogo compatível com as tradições das históricas Academias.
Óbvio!
Isso, contudo, sem deixar de olhar a base, de onde pretender extrair cerca de catorze dos trinta e quatro jogadores que comporão seu elenco ideal.
Fala-se em nove novas contratações. O número é expressivo, mas, resta saber se terão nível técnico e anímico para mudar radicalmente o quadro atual.
É esperar pra ver.
Uma coisa é certa.Piorar não vai.Não tem como.Pode até cair para a Série B,mas não tem como piorar.
Penso que se derem condições e alguns bons jogadores mesclando com a base e os gringos Osvaldo poderá sim fazer o time jogar e colher bons frutos!!!!!!!!!
Como bom e antigo palmeirense desejo boa sorte a Oswaldo e precisamos de um técnico carismático e que faça o time jogar para ele…….Listo algumas dispensas: Bruno goleiro, Deola, Wendel, Juninho, Wesley, Weldinho, Mendieta, Eguren, Victorino, Lucio, washington, Bruno Cesar, Bernardo, e tem mais outros escondidos que aparecerão….MAS TENHO DITO QUE DESDE A ÉPOCA DE CAIO JUNIRO QUE O VERDÃO JOGA COMO BANDO DE MARICAS….ENTÃO OSWALDO, VAI GANAHR O TROCEDOR SE FAZER ESTAS MARICAS JOAGREM COMO HOMENS DE VERDADE E HONRAREM O MANTO VERDE!!
Por mim teria continuado com o Dorival Jr. e trocado “metade” do time (90%).
Mas, fico aliviado por não ter contratado o Mano Menezes. Esse, aliás considero um dos piores técnicos. Só não sei se é pior que o Dunga.
Concordo com a sua lista de dispensa… Tem de mandar embora todos esses que vc postou, sem exceção!
Não gosto muito do Oswaldo de Oliveira, mas agora que veio vamos apoiar!
Boa sorte a esse treinador, espero que ele tenha os ovos para faze omelete (como o mesmo disse).
Assino em baixo, com o comentário do Edson…o palmeiras tem jogado como time de maricas…acredito que com o Oswaldo, e a dispensa de jogadores fracassados, desinteressados e maricas, como Wesley, Juninho, Bruno, Deola, Mendieta, Bruno Cesar, Diogo, junto com a contratação de jogadores pontuais, mais rodados e experientes, isso tende a mudar!.
Para nós, palmeirenses de carteirinha, depois que vimos este ano, a chegada do Oswaldo é um alento, é a perspectiva de um bom 2015, vamos aguardar!