
O que se pode tirar de positivo nesse jogo sem grandes emoções e jogadas extraordinárias?
O bom posicionamento da nossa Seleção, sua organização tática e a aplicação de todos os jogadores, além, claro, do fato de Dunga terminar essa sua primeira fase à frente do time nacional com números expressivos: em seis jogos, seis vitórias, treze gols marcados e apenas um nas suas redes.
Justamente esse, de pênalti cometido por Oscar, que o zagueirão Dragovic converteu em empate por 1 a 1, logo depois de David Luiz, em jogada irregular, pois cometeu falta no beque, abrir a contagem, de cabeça, já aos 18 minutos do segundo tempo.
Coube, porém, a Firmino executar o raro lance de alta categoria, ao marcar o gol da vitória brasileira em Viena, diante de uma Áustria determinada na marcação e bem distribuída em campo: um petardo de fora da área, no ângulo, após boa troca de passes com Neymar no centro das ações.
Desta vez, Neymar não brilhou como de hábito. Entre outras coisas, porque o Brasil penou no seu sistema de armação de jogadas ao ataque, com Oscar e Willian muito abertos pelos lados do campo e, quando se centralizaram, erraram muitos passes. Não estavam bem, é isso aí.
Mesmo assim Neymar foi aplaudido de pé pela torcida austríaca quando, no finzinho da partida, foi substituído por Marquinhos.
Aliás, substituição que produziu dois momentos marcantes: a passagem da faixa de capitão para Thiago, que havia entrado no lugar de Miranda, machucado ainda no primeiro tempo, e a invasão de campo de um torcedor atrás de um autógrafo de Neymar quando o craque brasileiro deixava o gramado.
Pena que nessa serie de substituições do nosso time (entraram, além de Thiago, Douglas Costa, Firmino, Fred, Casemiro e Marquinhos) Iaiá Talisca tivesse ficado no banco
Fica pra próxima.