
Foi uma tempestade de gols nesta terça da Liga dos Campeões da Europa.
O Chelsea, por exemplo, meteu 6 a 0 no Maribor da Eslovênia. Mas, convenhamos, o Maribor não é lá essas coisas, e o Chelsea, depois da chegada de Fàbregas, passou a ser um time altamente ofensivo.
Assim como altamente ofensivo é o Shaktar, com todos aqueles jovens, hábeis e compulsivos brasileiros do meio de campo pra frente. Nenhum deles, porém, tanto quanto o centroavante Luís Adriano, revelado pelo Inter e que merecia um olhar generoso de Dunga, como já pedi aqui há tempos, pois não é daqueles cones fixos na área, não. Ao contrário, sabe jogar e mexe-se por todos os lados o tempo todo.
Bem, o fato é que Luís Adriano, ao marcar cinco dos sete gols de seu time sobre o Bate-Borisov, bateu uma série de recordes, igualando-se, num deles, a Messi e ao nosso Mazzola, o Altafini, dos italianos, que também marcaram cinco gols na mesma partida do torneio.
Mas, a proeza maior dessa chuva de gols na rodada do principal torneio de clubes do planeta foi o placar alcançado pelo Bayern de Munique diante da Roma, séria candidata ao título italiano, um dos grandes da Europa, com Totti e cia.: 7 a 1! Um consolo pra Felipão, que não fica mais sozinho segurando esse mico diante dos alemães.
Um verdadeiro Octoberfest em pleno Olímpico de Roma, com a orquestra regida por esse incrível Robben, autor de dois golaços, afora os dribles e a assistência para Ribéry fazer o seu.
Já o Barça botou o Ajax na roda, em casa, fez 2 a 0 ainda no primeiro tempo, com Neymar e Messi, claro, mas, na etapa final, sobretudo depois da saída dos dois, reduziu o ímpeto e permitiu o gol de honra dos holandeses, com El Ghazi. Mas, antes do apito derradeiro, o menino Sandro aumentou para 3 a 1, o chamado placar clássico numa vitória folgada.
Êta tardezinha de quarta divertida essa, meu.
Divertido mesmo, mas foi terça-feira, não quarta.