
Até que seria uma sábia decisão do STJD, ao desconsiderar o desabafo contra a CBF de Emerson Sheik diante das câmeras de tv, considerando-se o sagrado direito de livre expressão das pessoas. Sobretudo, se o jogador, ao ser inquirido na sessão do tribunal, justificasse o seu gesto e suas palavras, listando uma série de lambanças da entidade que servissem de base às suas declarações.
Mas, não. Sheik foi absolvido, na verdade, por ter o STJD considerado um ato intempestivo num momento de desequilíbrio emocional. É a velha cortesia brasileira, no sentido a que Sérgio Buarque de Holanda cunhou essa palavrinha: coisas do coração, mais do que da razão. No fundo, no fundo, a lei da Casa Grande diante da Senzala arrependida – nhô, sim, me adescurpe.
Mesmo porque foi essa a defesa de Sheik, quando arguido pelos togados senhores. Não quis ofender ninguém, apenas fez um desabafo por causa das arbitragens que têm sido questionadas por muitos em tantos e tantos jogos e tal e cousa e lousa e maripousa.
Era a chance de Sheik se impor como atleta e cidadão, justificando tintim por tintim, suas palavras. E olhe que não faltariam argumentos para tanto.
Mas, não, preferiu sair pela tangente, um alívio para os julgadores que preferiam jogar a culpa sobre a imprensa, que divulgou o episódio só porque o jogador é famoso e isso dá Ibope.
Uma vergonha!
Assim como a desclassificação da agressão de Valdívia, que pisou no bumbum de um adversário já caído no chão, o que, na prática lhe valeu suspensão por apenas um jogo, já que cumprira o outro da pena de dois jogos de suspensão por ato hostil.
Outra vergonha.
Helena.
Temos alguns fatores que complicam as atitudes e ações de alguns jogadores de futebol, é a educação e a cultura, além da supervalorização de uma profissão. Os melhores doutores do pais, aqueles que salvam vidas e estudam diariamente para se manterem atualizados, não ganham como os jogadores que apenas correm atrás de uma bola sem ter nenhum pré-requisito de inteligência. Com tudo isso ainda se dão ao luxo de serem analisados por uma incompetência judicial que absolve pessoas desequilibradas, como Valdívia e Emerson.
sds
Vergonha,Vergonha,Vergonha………
SHEIK e VALDIVIA são reincindentes 40 vezes e até quando vão livrar eles de seus atos.
SHEIK unico do Botafogo que recebe em dia R$ 500 mil do Corinthians. por isso que abusa.
VALDIVIA se o Palmeiras fosse um time série cobraria dele por improdutividade.
Como gosta de falar o nosso NOBRE presidente…………………..
Agora o cara joga um chinelo no campo perde o mando de campo………..
Só no brasil mesmo…………
Até quando……………
Vou dar uma sugestão para o STJD não faz mais denuncia não, para que ……………
Isso é uma vergonha………………….
Ora, ora. ora…esse é o STJD e as decisões confirmaram sua marca rotulada: a acomodação. Quando se trata de Corinthians, Palmeiras, Flamengo, o tratamento é um. Agora, quando se trata de Portuguesa, América Mineiro, Novo Hamburgo, o tratamento é outro. Por falar nisso, como é que anda aquela denúncia do telefonema do filho do Michel Assef para um diretor da Portuguesa, assegurando que a escalação do Everton era legal? Será que rolaram milhões, quatro, pelo menos? Parece que essa denúncia foi habilmente transformada em boato. É o retrato do Brasil e do comando do futebol.