
Aqui, não houve surpresa alguma, como, por exemplo, a sensacional virada do Botafogo sobre o Ceará, por 4 a 3, ontem, que, por conta de um apagão, deixei de registrar neste pedaço: o Galo, que já havia batido o Palmeiras no Pacaembu, por 1 a 0, dobrou o placar no Independência, com Jameson e Luan, o melhor em campo.
E olhe que foi com o time reserva que o Atlético passou pelo Palmeiras e chegou às quartas de final da Copa do Brasil, encorpando ainda mais essa fase que ameaçava definhar antes desta rodada.
Foram dois gols logo de início de bola rolando, entre os 13 e os 17 minutos, o que desmontou de vez esse Palmeiras tão fragilizado por tudo que vem ocorrendo ao seu redor e em suas entranhas.
O Galo foi melhor o tempo todo, a não ser num breve período do segundo tempo, quando o jogo ganhou intensidade e a bola ia e vinha com rapidez, de área a área. Tanto, que o juiz nem conseguia acompanhar esse vaivém e deixou de apitar um pênalti de Juninho em Alex.
E, como no Brasileirão o caminho está difícil para os mineiros chegarem à zona da Libertadores, esta Copa do Brasil ganhou mais significado ainda para eles.
Quanto ao Palmeiras, resta a Dorival Jr. arregaçar as mangas e se munir na primeira farmácia à vista de algumas caixas de aspirina, pois transformar esse escombro de time em uma obra acabada, nem que seja modesta, mas funcional, não vai ser mole, meu.