
Com a derrota para o Galo, o Palmeiras começa a flertar com a zona do rebaixamento, o que deixa o velho palestrino de cabelos em pé, justamente na celebração do centenário do glorioso clube, festa que começa a ganhar ares de funeral. Já não bastou a humilhação tão recente de cair para a Segundona do Brasileirão?
Pelo andar da carruagem, parece que não. E não é por acaso, e, sim, resultado de anos e anos de incúria administrativa que se refletem em campo, no final das contas.
Neste caso, a coisa toda beira o absurdo.
Peguemos este exemplo: a eleição de Gonzaga Belluzzo para a presidência do Palmeiras. Foi saudada não apenas como a redenção de um Palmeiras que não repetia seus momentos mais ilustres da história. Mais do que isso: como aquela cabeça privilegiada que mudaria a cara da gestão do nosso futebol como um todo.
Mestre em Economia, área em que serviu o poder público em altas patentes, professor emérito, formado em filosofia, direito, história e outros bichos. Um intelectual de mente afiada, articulado, e palestrino doente, de pai pra filho, com quem, prazerosamente, cruzei ao longo destas últimas quatro décadas.
Pois, o palestrino doente sufocou todos os outros Belluzzos, o intelectual, o filósofo, o economista, o político, o professor, o administrador público e privado, o que o conduziu à mais desastrosa de quantas administrações desastrosas o Palmeiras já teve.
Não estou aqui condenando a gestão do meu amigo Belluzzo, simplesmente. Nem tentando justificar as mazelas atuais como causadas por ele, pois o problema vem se acumulando há muitos anos, num clube que, no passado mais distante, era tido como modelo para seu pares, apesar de som estridente e interminável de todas aquelas cornetas que percorriam as alamedas do velho Parque.
Apenas quero constatar esse simples e óbvio fato a que todos estamos acostumados desde os tempos das cavernas: a paixão mata a razão. E o futebol é, acima de tudo, uma fábrica de paixões.
Paixão que mancha reputações e esvazia os cofres pessoais de muitos gestores (aqueles que se enchem, não é por paixão, mas por safadeza, o que não está aqui em pauta).
Agora mesmo, ouve-se o mesmo ritornello: já sem acesso ao dinheirão que a tv paga, posto que o Palmeiras avançou algumas temporadas nele, o presidente Nobre tem sacado de seu bolso uma verdadeira fortuna. Pra quê? Pra ter um time, cá entre nós, meia-boca, que, no máximo, pode pretender brigar por uma vaga na Sul-Americana e, no mínimo, escapar de novo vexame da queda para a Segundona.
Dívidas, mais dívidas. E o que resta senão dúvidas?
Dificil entender, como podem insistir com esse Josimar, Felipe Menezes, Wendel, Weldinho, Leandro, entre outros. Sao jogadores sem brio, sem raca sem vontade de vencer, que nada tem a ver com a alma do Palmeiras. Estao enterrando o time.
Olho nos adversarios, jogadores que eram do Palmenras e que estao dando conta do recado casos do Pierre, Leonardo Silva, Leo do Cruzeiro, Marquinhos do Cruzeiro, ate o Dinei e o Ayrton, ambos do Vitoria sao melhores do que se tem no Palmeiras. Sem falar na burrada em perder o Kardec. E ficamos insistindo com Felipe Menezes !!!!!!!
Noto o Gareca completamente perdido e os argentinos que estao ai tambem totalmente sem rumo!! Vai cair de novo … E de chorar
Felipe Menezes, Wendel, Weldinho, Josimar, esse Renato também continua sem menor noção, precisamos de um time forte, caso contrário vamos continuar nessa gangorra, sobe e desce, vamos buscar jogadores que possam resolver, agora estão perdendo o Diego Souza por grana novamente.
não é possivel que NINGUEM que de alguma forma dirige o Palmeiras tire definitivamente o tal de Leandro do elenco do verdão, esse cara não é jogador de futebol.
Os comentarios acima refletem o pensamento de quase a totalidade dos palmeirenses, mas, acho que o mais triste e pior para o time é esse tal de JOSIMAR essa coisa não sabe nada de bola, e ainda com irresponsabilidade total entregou a vitóri ao Atletico domingo. Fora com esse cara enquanto é tempo.