Os pilotos ameaçam, as equipes reagem: tensão na Fórmula 1

(Foto: John Thys/AFP)

Não é apenas nos circuitos que a Fórmula 1 vive uma temporada intensa com a disputa entre a Ferrari e a Mercedes. Nos bastidores o clima continua quente. Sem previsão para acabar. Desgostos, alguns pilotos jogam na mesa condições para continuar. E as equipes respondem à altura.

O caso mais antigo é o da insatisfação de Fernando Alonso com o rendimento dos motores Honda. Ele abandonou a corrida de Spa, alegando falta de potência. A Honda retrucou, argumentando que nada havia de errado com o motor da McLaren. Na sequência consta que Alonso impõe a saída da Honda para renovar seu contrato com a McLaren.

O holandês Max Verstappen teve sua sexta corrida – de 12 já disputadas – interrompida por problemas técnicos. Seu pai e dublê de empresário, Jos Verstappen, deixou claro que a situação chegou ao limite e poderá dificultar a continuidade da parceria. A resposta da direção da Red Bull foi atravessada: ‘ele não tem para onde ir’.

Felipe Massa também não poupou críticas ao desenvolvimento dos carros da Williams. “Estamos andando para trás”, afirmou depois do treino de classificação onde ficou no Q1. A Williams, entretanto, preferiu não responder.

Apesar de terem fumado o cachimbo da paz na segunda-feira, a situação entre Esteban Ocon e Sergio Perez está deixando os dirigentes da Force India de cabelo em pé. Depois de ouvir reclamações dos dois lados, a equipe respondeu que a dupla poderá ser desfeita em 2018 para evitar novos confrontos. Só não adiantou quem está com a cabeça a prêmio.

O Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 acontece nos dias 10, 11 e 12 de novembro no autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Os ingressos para a corrida, informações e imagens em 360 graus dos setores estão disponíveis no único site oficial do evento: www.gpbrasil.com.br. O GP Brasil também está no Instagram e Facebook: gpbrasilf1.

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