Salgueiro não deu para o cheiro…

Foto: Divulgação/Rodrigo Coca

O futebol ainda deixou a desejar. Mesmo assim, o Corinthians foi até o Sertão do Nordeste e venceu o Salgueiro por 3 a 0, nessa quinta-feira à noite. Os gols foram de Jemerson, Ramiro e Matheus Vital, aliás, esse último um belíssimo tento, driblando três adversários. A classificação para Copa do Brasil veio tranquila e agora está há três jogos sem perder.

A equipe do técnico Vagner Mancini complicou uma partida fácil no primeiro tempo. Abriu a contagem logo aos 5 minutos. Bola cruzada da esquerda, Jô escorou de cabeça (embora tenha sido puxado pela camisa) e Jemerson pegou a sobra e mandou para as redes, 1 a 0.

De repente, o Timão parou. Se tivesse mantido o ritmo, teria talvez feito mais gols. Recuado, os jogadores do Salgueiro foram para cima. Moreilândia arriscou de longe e Cássio pegou. Depois, zagueiro subiu livre, cabeceou e de novo goleiro corintiano espalmou. Bela defesa.

Aí, então, os atletas começaram a se “estranhar”. Tudo começou com Otero chutando a bola cima do adversário em lance já parado. Fagner também deu uma “dura” no atacante e começou um empurrar-empurra.

Arbitragem puxou cartões amarelos para ambos os lados e os ânimos se acalmaram. Teve ainda um pênalti a favor do Alvinegro. Gil bateu forte. Pelota tocou no cotovelo do beque. Como nessa fase da Copa do Brasil não tem VAR, jogou seguiu.

Na etapa final, Fagner alçou para grande área. Matheus Vital tocou de cabeça e Ramiro “fuzilou”, 2 a 0. Era só impor a melhor técnica que a coisa fluía sem susto. Um tal de Daniel Passira arriscou de longe e Cássio teve trabalho.

Ainda Camacho mandou um “torpedo” no travessão. Quase o terceiro. Para fechar a conta, Matheus Vital fez o terceiro em jogada pessoal. Lindo gol, 3 a 0. Um jogo “morno”, sem emoção. Com vários atletas da base, falta ainda entrosamento e ousadia.

Alguns não pegaram o “espírito da coisa”. Um lado positivo foi a boa marcação, a ótima fase de Matheus Vital e outro bom desempenho de Cássio. De mansinho, o time corintiano pega no tranco.

E tenho dito!