
O polêmico Neymar virou manchete nessa terça-feira. Não por ter marcado um golaço ou dado um passe de mestre no Paris Saint German. E sim por ter arrumado outra namorada, a jornalista alemã Janin Ullmann, aliás 10 anos mais velha do que ele. Não gosto de me meter na vida particular de jogador de futebol, mas o padrão de comportamento do rapaz continua o mesmo: faz mais sucesso nas mídias sociais do que dentro do campo.
Para Neymar, isso é péssimo. Afinal o Brasil inteiro torce pelo ex-menino da Vila Belmiro. Quer na seleção brasileira, quer na disputa para ser o melhor do mundo, com Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Com a camisa Canarinho tem lugar garantido. Continua sendo o melhor jogador brasileiro da atualidade mesmo mantendo uma atuação irregular no PSG.
Na corrida pelo melhor do planeta, a coisa já complica pela simples razão de ele não jogar tantas vezes quanto Messi ou Ronaldo. Além, diga-se, de uma pitada de indisciplina (arruma encrenca toda hora). Tudo bem que apanha muito, mas fazer o quê? Quem segura a bola, na Europa ou em qualquer lugar, corre o risco de sofrer com entradas duras e maldosas.
Namorar pode. Diria até que deve. No entanto, é indispensável jogar também. Sobra bola. Falta juízo.
E tenho dito!