
Fim de semana passado o Corinthians não jogou (pegou o Santo André em rodada antecipada). Nessa quarta-feira, começa a nova fase da Libertadores. E de novo o Timão está fora. Na fase de classificação do Paulistão, grupo D, o time corintiano é lanterninha por cartões amarelos e corre o risco de cair fora da competição. Ou seja, a Fiel torcida já vai assistir pela TV o torneio sul americano (São Paulo, Palmeiras e Santos são os paulistas concorrentes) e perigas ficar de controle remoto nas mãos no campeonato paulista.
Metade da temporada ficou comprometida com a eliminação para o Guarani do Paraguai. Cair no Paulistão será desperdiçar um tetracampeonato inédito na história do clube.
Já não estaria na hora da diretoria repensar a reformulação radical imposta com a vinda do técnico Tiago Nunes? O Corinthians vive um conflito entre desempenho e resultado. Ter desempenho (chutar mais a gol, não errar passes, criar jogadas de efeito) não contam como resultado. Logo, o resultado vale pelos dois aspectos.
Por exemplo, o ataque corintiano tem 10 gols no paulista. Gabigol, sozinho, marcou 9 gols no carioca pelo Flamengo em menos jogos. Isso é desempenho com resultado. Por isso, o volante Gabriel tem razão ao afirmar que será uma “grande tragédia” o Timão ficar de fora da próxima fase do torneio regional. Futuro incerto que deixa a Fiel de coração na mão.
E tenho dito!