
Toda convocação de seleção brasileira é polêmica. Cada um tem a sua e fim de papo. No entanto, quando existe um técnico fixo, caso de Tite, se espera um mínimo de coerência. Ou seja, de um critério mais adequado para que injustiças não sejam cometidas. A não convocação do corintiano Cássio não desce pela garganta. Podem sair por aí perguntando a respeito, que o nome do corintiano está na boca de todos. É o melhor goleiro do Brasil.
Pior: foi trocado por Ivan, da Ponte Preta, que atualmente está na Série B. Quanto a Weverton e Ederson nada a acrescentar. Não duvidem muito se daqui a alguns dias o goleirinho da Macaca seja negociado com algum clube do Exterior. Só pode ser uma “coisa amarrada” ou uma brincadeira de mau gosto.
E Neymar? Bem, ai está um caso perdido. Hoje o pai do jogador manda mais na seleção do que qualquer um. Tite utilizou critérios técnico e psicológico. Diz que o rapaz está bem, refeito do último trauma onde foi protagonista em um “lance amoroso”. O problema é que ele não está atuando, marginalizado no PSG, da França. Que Neymar é bom, ninguém questiona. Foi chamado pelo passado e não pelo presente.
Outro que faltou na lista foi o Éverton Cebolinha, que continua deitando e rolando no Grêmio gaúcho. Gostei da convocação de Vinícius Júnior, pelo menos para um teste.
Vamos ver o que acontece.
E tenho dito!
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