Quando nem uma boa surra resolve…

Foto: Anne-Christine POUJOULAT / AFP

Sou de uma geração na qual os pais batiam nos filhos. Na época, quem não agisse rigidamente estava cometendo um grave erro no processo educacional. Na escola, cheguei a ajoelhar no milho e levei reguada na palma da mão. Não eduquei meus filhos assim, mas deveria. Alguns jogadores, por exemplo Neymar, mereciam um tratamento à antiga. Uma boa surra talvez resolvesse.

Não é possível ver um talento tão desperdiçado assim. O rapaz é craque dentro de campo mas fora dele só arruma confusão. Neymar está perdido: operou o pé, agrediu torcedor, foi acusado de estupro, lesão e fora da Copa América, PSG quer vendê-lo, Real Madrid diz não, Barcelona torce o nariz, ausência na Copa América passou em branco, falta na reapresentação em Paris e vai jogar futevôlei com os “parças”. Tudo errado.

Para receber a honra de melhor do mundo não basta ser bom de bola. Precisa também mostrar um comportamento exemplar no meio social em que vive, cercado de boas amizades, ter personalidade e inspirar crianças com bons modos. Desempenhar bem o papel de ídolo. Neymar é o avesso disso tudo, infelizmente.

E assim caminha a mediocridade…

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