
Se eu fosse são-paulino não ficaria falando de lado e olhando para o chão. Afinal, ser vice do Paulistão, no atual contexto do clube, ficou de bom tamanho. As mudanças em curto período atrapalharam o Tricolor, ou seja, a má administração apostou no acerto e no erro, sem planejar, analisar, pensar um pouco lá na frente. O presidente Leco colocou Raí para reconstruir tudo e se escondeu atrás. O ex-jogador chamou Lugano, Ricardo Rocha e depois Vagner Mancini. Só encaixou esse último. Foi até técnico.
Mesmo assim, nenhum dos técnico completou a proposta. Aguirre demitido a cinco jogos do final do brasileiro 2018. Jardine caiu sem completar o trabalho. Mancini saiu na final do Paulista para ceder lugar a Cuca. Todos treinadores ficaram no meio do caminho. Cada um deles poderia ter dado cabo de ações sem maiores prejuízos. Faltou paciência e competência para a diretoria. Atitude gerou insegurança total. E no futebol essa palavra é mágica, fecha portas, abala jogadores e afasta conquistas.
Cuca senta na banco e tem a responsabilidade de dirigir uma equipe jovem, mesclada com jogadores mais velhos e outros famosos. Estou falando de Hernanes, Pato, Nenê, Jucilei que irão conviver com Luan, Igor Gomes, Liziero e Antony ou pior, disputar a posição com eles. Mas como agirá Cuca? Escalará os melhores ou os figurões?
Tomara que Cuca seja justo e construa um São Paulo vencedor.
E tenho dito!