Se fosse na várzea, acabava em morte…

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Numa boa, se a entrada do goleiro do Ituano (não sei, não quero saber e recuso a dizer o nome) no atacante Fessin, do Corinthians, foi “sem querer”, não entendo mais nada de arbitragem. Menino fraturou a tíbia. Chocante. Para mim vermelho e processo por agressão no autor. Torneio tem fundo educativo. Isso é, no mínimo, “força excessiva, desproporcional”. Jogo foi pela Copinha, 2 a 2. Não vamos tapar o Sol com peneira. Repito e ratifico. Merecia vermelho e ser expulso da competição. Julgamento posterior. Nem desculpa o goleiro pediu na hora. Absurdo. Não se pode ser conivente com tanta violência em uma partida de juniores. Se fosse na várzea, com certeza acabaria em morte. Lá ninguém canta de galo. O juiz apanha sim. O Covarde vira valente. O Valente, se bobear, é esmagado como inseto. E vale a “Lei do Silêncio”.

E mais. O Ituano está dando uma de “João Sem Braço”. Deveria ter sim assumido a bobagem do atleta de base e pagar todo tratamento de Fessin. Não é pelo custo. Corinthians é milhões de vezes maior. Seria para servir de exemplo e selecionar melhor o carater dos meninos do Sub-20.  Qual o conceito de moral, conduta social que esse goleiro tem? Como é que ele vê o semelhante, um igual a ele no futebol? Que tal um profissional da psicologia para apanhar essa fúria destrutiva? Talvez um psiquiatra para ministrar uma medicação adequada.

A Federação Paulista de Futebol e seus “Tribunais” podem sim julgar tudo isso (lance violento, omissão do clube da casa, passividade do juiz) e virar o jogo para o Bem, enxergar o aspecto humano de tudo isso. Nem nos campos, entre meninos, existe paz, espírito de cooperação, fraternidade e respeito? Copinha manchada. E não adianta colocar essa “sujeira” debaixo do tapete.

E assim caminham a mediocridade, a violência e os canalhas…