Pelo menos, o Papa ainda é argentino…

Foto: AFP

A França destruiu a Argentina por 4 a 3 e foi para as Quartas de Final da Copa da Rússia, neste sábado, à tarde. Um show de força, exploração muscular, padrão de jogo e precisão nas finalizações. Os argentinos partiram para cima, na base da raça e da garra, com muita esperança em Messi. Caíram, porém diante de um adversário mais coeso e determinado.

Nesse Mundial, o “exército” de um homem só está condenado. Isto é, Messi ou Di Maria, qualquer outro craque perdeu o poder de definição, de resolver um jogo. Mesmo com esforço, Messi por exemplo malogrou. Entra para a história coberto de glórias pessoais e poucas coletivas. Lógico que o Barcelona fica fora dessa avaliação. Infelizmente, o camisa 10 fracassou em torneios quando defendeu a seleção.

Perdeu de longe para Maradona, um monstro com a camisa hermana. Virou lenda viva e ainda conseguiu equiparar-se a Pelé. Culpados? Sanpaoli, um desastre como técnico. Perdeu a autoridade sobre o elenco, deixou Mascherano virar capitão, comandar elenco dentro e fora de campo, e Argentina virou a “Casa da Mãe Joana”.

Triste pela desclassificação? Jamais. Há anos argentinos se arrastam em campo, vivem do peso de uma camisa outrora gigantesca, das lembranças dos anos de 1960 até 2000, quando realmente marcavam território entre os os melhores do planeta bola.

Mas, pelo menos, o Papa é argentino e boa gente para caramba. Melhor assim.

E tenho dito!