Vaias para Diego Souza e companhia bela…

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

Vaias e xingamentos no empate sem gols entre São Paulo e Novorizontino, neste sábado à noite, no Morumbi. Torcida já tinha protestado antes da partida. Pressão continuou depois. O técnico Dorival Júnior deixou de lado a filosofia de colocar mais juvenis em campo e promoveu a estreia de Diego Souza. Cueva entrou no segundo tempo e Jucilei atuou durante os 90 minutos. Figuras apáticas, fora de forma e errando passes.

O destaque tricolor ficou mesmo para Petros. Ele fez muito bem a função de meia armador e chegou a mandar uma bola no poste direito do goleiro Oliveira no primeiro tempo. Marcos Guilherme também teve ótima oportunidade e desperdiçou.

Na etapa final, o bicho pegou. O adversário foi para cima. O técnico Doriva colocou o rápido Cléo Silva. O tal “raio humano” fez um golzinho, anulado com razão (estava em completo impedimento). O lance mais agudo do jogo, porém, ocorreu na sequência. Juninho penetrou em velocidade pelo meio da zaga. Entrou na área, driblou o goleiro Sidão. Na hora de finalizar, Rodrigo Caio se atirou na bola e salvou a pátria.

São paulinos reclamaram de um pênalti claro. Após confusão na grande área do visitante, Cléo Silva chegou forte no atacante Caique, que estava pronto para finalizar. Por último, Rodrigo Caio faria de cabeça, mas em impedimento. Ou seja, um ponto em dois jogos no Paulistão incomoda demais o traumatizado Tricolor, quase rebaixado em 2017 para a Série B do Brasileirão.

Que dureza…

E tenho dito!

3 comentários

  1. no papel o elenco não é tão ruim, o técnico não é tão ruim…sou corinthiano e juro que estou quase com dó dos bambi

  2. Lang, meu amigo:
    Torcemos para times diferentes o que não faz de nós nem adversários e menos ainda inimigos. Costumo ler seus textos que, juntamente aos escritos pelo Helena, são o que há de melhor nesta Gazeta. Venho, então pedir que você analise com senso comum se minha reclamação veemente não procede: hoje, fiquei irado com a manchete da Gazeta On Line que avisava quase que histericamente sobre a contusão de um Diego Alguma Coisa e que, por ter se machucado, desfalcaria (acho) o Real Madrid, ou Atlético, não me importa! É um absurdo, uma estupidez e tem o condão de desautorizar qualquer tentativa de moralização ou melhoria do futebol brasileiro dos jornalistas d´A Gazeta. Ora, mas é muito topete desta Editoria cometer tamanha boçalidade e demonstrar a quantas anda o nosso maldito “Complexo de Vira-Latas” como assinalava Nelson Rodrigues há tantos carnavais. É impertinente, informação inútil e uma tentativa rasteira de cobrir o futebol no mundo, de se livrar da pecha de cobertura regional e/ou regionalista o que é, por favor, de uma idiotice sem par. O “The New York Times” até hoje mantém suas informações bairristas (literalmente) e, uma vez que nada têm a provar a ninguém, publicam os mais cafonas proclamas de casamento, fornecendo informações até constrangedoras dos nubentes e melodramáticos necrológios dignos de jornais de interior. Eu – após mais de 50 anos leitor dos jornais da Casper Líbero- não acho que a Gazeta tenha mais nada a provar a ninguém do jornalismo esportivo do país e, por isso, é já tempo de que esta instituição passe a ela mesma dar as cartas da Imprensa. Erro eu? Ppor favor, Chico, dê uma chacoalhada nessa gente, por mim, ok?

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