Terrorismo assusta mais do que adversários do Brasil

Foto: Montagem sobre fotos AFP

A seleção brasileira pegou molezinha na fase de grupos (no E) da Copa de 2018, na Rússia: Suíça, Costa Rica e Sérvia. O que virá daí para frente a equipe do técnico Tite tem sim condições de enfrentar e passar por cima, até com certa facilidade. O problema desse próximo Mundial não está na bola, nem nos estádios e muito menos nas acomodações. Infelizmente, as ameaças terroristas do Estado Islâmico têm prioridade zero. Já tornaram-se comuns na internet fotos montadas com Messi ensanguentado, Neymar com cabeça decepada e Kremlin incendiado. A mensagem é curta e grossa: “Esperem-nos”.  Por ironia do destino, a Rússia pegou a Arábia Saudita no Grupo A.

Segundo a ONG SITE Intel Grou, que monitora as publicações do EL, as imagens foram difundidas pela “Fundação Wafa”, uma organização apontada como “unidade de mídia pró-EI”, conforme noticiou o jornal “El País”, da Espanha. A reação do Governo russo foi violenta. O presidente do país, Vladimir Putin, disse em recente entrevista precisar apenas de três horas para “arrasar Arábia Saudita do mapa”. Enquanto isso, deputados entendem que antes do final do ano o El estará reduzido a 5% da capacidade bélica, ou seja, sem forças para atuar na Copa.

Será, sem dúvida, uma competição tensa. A Rússia tem mais de 17 milhões de quilômetros quadrados, duas vezes o tamanho do Brasil. É tão grande que tem quatro fusos horários. Faz fronteira com Noruega, Finlândia, Estônia, Letônia, Bielorrússia, Lituânia, Polônia, Ucrânia, Geórgia, Azerbaijão, Cazaquistão, China, Mongólia e Coreia do Norte. Será uma tarefa complexa policiar as indas e vindas de quem estiver mal intencionado. Nunca um Mundial preocupou tanto. Nem o de 2002, na Coréia do Sul e no Japão, grudados na Coréia do Norte, do doidão Kim Jong-un.

Que a paz predomine, então. Como Cultura, história e glórias populares a Rússia talvez seja a primeira do planeta. Pulou do Feudalismo para o Socialismo e hoje mantém um livre mercado, bem parecido com a Inglaterra. Continua forte politicamente, com um Exército super preparado e equipado. Mas que a “guerra” fique restrita ao campo de jogo. E aí, meus amigos e inimigos, sou mais Brasil.

E tenho dito!

Um comentário

  1. Chico Lang e demais jornalistas, boa noite!.
    A frase correta é “‘ BRASILEIRO, PROFISSÃO ESPERANÇA”” ( e não “”sobrenome esperança”””). Trata-se de uma peça teatral escrita por Paulo Pontes, um dos mais importantes espetáculos teatrais escritos e montados no Brasil na década de 70, Os direitos civis da população foram abalados, a censura atuando no período mais duro da repressão, e da ditadura militar.

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