Reservas do Timão fazem mal a lição de casa

Djalma Vassão/Gazeta Press
Djalma Vassão/Gazeta Press

Partida feia demais na Arena de Itaquera. Com vários jogadores reservas, o Corinthians venceu o São Bernardo (sério candidato ao rebaixamento para a Série B do Paulistão) por apenas 1 a 0, do garoto Malcon (errou passes demais). Resultado ridículo. Afinal, o adversário é tão ruim que dá vontade de chorar. Vágner Love deu o passe para o gol corintiano. No entanto, continua em branco. Ainda não fez o tão esperado golzinho com a camisa alvinegra. Nesta quarta-feira era a noite ideal para começar vida nova no Timão e ficou devendo.

Danilo rendeu o de sempre; Petros matou-se no meio-campo; Cristian está em ritmo de “turismo” (corpo está no Brasil e a cabeça na Turquia); e até o goleiro Cássio quase levou um peru. Depois de pegar pênalti de Rogério Ceni, no clássico contra o São Paulo, domingo passado (1 a 0, gol de Danilo), ficou desatento em um chute de fora da área. A bola escapou-lhe, bateu na trave e ai sim parou em seus braços. O técnico Tite precisa repensar esse papo de ficar poupando alguns jogadores, como Sheik e Guerrero (no banco de reservas durante o jogo). Já dispensou a concentração. De repente, o time perde o foco e começa a entrar bem na Libertadores.

E aí, como vai ser?

E assim caminham o relaxamento e a mediocridade…

Um comentário

  1. Eu não entendo que tanto tem que poupar jogadores, especialmente o Guerrero que não jogou nenhum jogo da liberta (expulsão no comecinho não conta).

    E esse tanto de poupar, acaba também por prejudicar o entrosamento do time, que vinha muito bem nos primeiros jogos, mas parece que voltou ao estilo Tite de ser.

    Se quer poupar, poupe em campos ruins, mas poupar na Arena, é sacanagem, especialmente porque o jogo contra o Danone vai ser só na terça que vem.

    A gente vê à tarde um jogo da Champions onde os caras com 1 a menos vão pra cima, saem jogando com a bola no pé, evitam chutões, e aqui, o tal modernismo que o Tite implementou é praticamente a mesma do futebol ridículo que se joga na América do Sul.

    Um técnico que se diz moderno, não pode aceitar que a bola saia de trás apenas na base do chutão.

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