Palmeiras: 10 min de Bayern e 80 de Íbis na Vila Belmiro

Fernando Dantas/Gazeta Press
Fernando Dantas/Gazeta Press

O Palmeiras é uma equipe desequilibrada demais. No clássico contra o Santos, na Vila Belmiro, pelo Paulista, nesta quarta-feira à noite, teve uma apresentação sensacional nos primeiros 10 minutos de jogo. Lembrou o Bayern de Munique, da Alemanha, a melhor equipe do mundo na atualidade. Fez até um gol de bola parada, com o zagueiro Vitor Hugo, de cabeça. Daí para frente, um desastre. Baixou o Íbis, de Pernambuco, o pior time do planeta, e veio a virada do Santos por 2 a 1, gols de Renato e Ricardo Oliveira.

Instabilidade emocional, padrão de jogo zero à esquerda, nervos à flôr da pele e marcação ruim foram apenas alguns pontos fracos do Palestra. O técnico Osvaldo Oliveira, aliás, fala muito e ainda não conseguiu um resultado de peso. Já havia perdido do Corinthians, no Allianz Parque (1 a 0, Danilo) e agora levou uma virada na cabeça do ex-clube, o Peixe. Pior: nenhum jogador alvi-verde salvou-se da mediocridade geral, o que preocupa para a próxima fase, onde só deverão acontecer clássicos no campeonato paulista.

Já o Santos, ainda sem técnico, assimilou a volúpia inicial do adversário, neutralizou as principais jogadas e partiu para cima. Faltou mais capricho no passe final e nas conclusões. Do contrário, o placar poderia ter sido bem maior. Insisto: em relação ao ano passado, o Verdão melhorou muito. No entanto, ainda falta comer muita pizza para se transformar em um grande time.

E tenho dito!

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