Tá gozado!

Foto: Divulgação

Tá muito engraçada essa disputa pela liderança do Brasileirão, com várias surpresas frequentando o topo do tabela, de rodada a rodada.

Nesta rodada do Brasileirão do fim de semana, três outros grandes paulistas brigavam pra desbancar o quarto deles – o Timão, até então líder.

Eis que o São Paulo, no sábado, tropeça no Morumbi diante do Ceará ao ceder o empate por 2 a 2 no segundo tempo, em jogo morno. (Cá entre nós, botar três beques para o Arboleda sair jogando é o mesmo que tomar cicuta com coca-cola).

No jogo da tarde de domingo, o clássico na Vila, o Palmeiras acabou vencendo o Santos por 1 a 0, gol de pênalti de Veiga (ops, desculpe, é a força do hábito, pois o infalível Veiga falhou ao meter a bola no travessão). Rebobino e volto ao ponto em que Gomez, aos 35 do segundo tempo marca o gol da vitória verde.

Bem que o Santos criou algumas chances, todas conjuradas por Lomba, em tarde inspirada. E até chegou a jogar melhor do que o Palmeiras em alguns momentos da partida. Mesmo porque a sensação era a de que o Verdão, aquele Verdão que vinha deslizando em campo, limitava-se a atuar no quadrado do óbvio, sem inspiração e agressividade peculiares.

Dessa forma, acabou saltando para o lugar que lhe é devido pelo desempenho em geral e pelos pontos conquistado: a liderança.

Isto é: se o Corinthians, a seguir, não pisasse na bola diante do América mineiro. Pisou. E pisou feio, praticando um jogo bisonho, descoordenado, aflito. Basta dizer que Renato Augusto, o principal articulador desse time, passou o primeiro tempo todo na ponta esquerda ou na direita, áreas que obviamente não lhe permitem organizar coisa alguma.

Já o América, do excelente Mancini, sabia de cor e salteado tudo que tinha de fazer em campo: bem distribuído no gramado, marcando firme o meio de campo adversário e insistindo em jogadas de profundidade em direção a Aloísio.  E assim meteu uma bola no travessão de Cássio, que ainda teve de acumular duas ou três defesas difíceis, como de hábito, e abriu a contagem com Aloísio, aos 21 minutos.

Mas, salvou-se o Timão, num abafa agoniante com Mosquito pegando de jeito sobra de Jaílson, na sequência de corner cobrado da direita.

A verdade é que somando os três jogos do fim de semana não restaram mais do que cinco ou dez minutos de futebol bem jogado, com lances de alta classe e emoção suficiente pra tanto investimento. Nem de longe.

 

6 comentários

  1. Fiquei impressionado com a comemoração do banco do Corinthians na hora do gol de empate. Parecia que o timão havia conquistado uma copa do mundo e não feito um gol de empate contra um time mediano do futebol brasileiro. É o sinal dos tempos ,véi, é o sinal dos tempos….

  2. saudades do LAZARO que soube assimilar esse gupo……….o atual newsilvinho vai enterrar nosso sonho tanto na liberttadores como no brasileirao……….

    porque o DUILIO nao tem aquilo ROXO para demitir esse falso tecnico errolador e arrogante

  3. Helena bom dia, essa fórmula com três zagueiros deve ser porque o Ceni gosta de ver seus três zagueiros trocar bolas entre si; Helena me perdoe, vou usar o seu Blog pra dar um recado ao Rogério Ceni, quem sabe ele leia, ele se acha um grande treinador, pode tudo, pode ter alucinações como colocar Igor Gomes de primeiro volante, expos o garoto ao ridículo, foi o jogador com mais faltas no jogo, tanto é que levou dois cartões amarelo pelo número excessivo de faltas e consequente expulsão, não é a primeira dessas alucinações, ano passado colocou Diego Costa como lateral direito contra o Flamengo, tomou um chocolate em pleno Morumbi, repetiu a dose com Marquinhos contra o Atlético Paranaense, não satisfeito, usou o Sara na lateral direita contra o Grêmio, outro chocolate, em razão disso deixou de ganhar os pontos necessários que daria a classificação do time na Libertadores, resultado, eliminou o SPFC da competição; Rogério, sua atuação como treinador do Tricolor é pífia, debutou como treinador na era Leco, foi dispensado por deixar o time na zona do rebaixamento, o Dorival Jr. fez de tudo pra livrar o time de cair, ano passado se safou de cair pra serie B na penúltima rodada; Rogério, não considero você dentre os 5 melhores goleiros na história do SPFC, em história recente mais geleiro que você foram Waldyr Peres e Zeti, nunca te achei um paredão debaixo do gol, virou ídolo da mídia e da torcida por ser um exímio cobrador de faltas; vai um recado final pra você, tens que comer um saco de sal de 60 quilos ora atingir sua maioridade como treinador. Tenho dito.

  4. Helena, esqueci de postar, essa é uma opinião de um São Paulino juramentado desde o ano de 1.948 com autoridade moral pra dizer tudo sobre o Mais Querido, o Mais Querido, pra quem não sabe, é o seguinte, na inauguração do Pacaembu (em Tupi Guarani significa Arroio das Pacas) desfilaram todos os times da Federação Paulista de Futebol, o time mais aplaudido foi exatamente o SPFC, razão pela qual ganhou o apelido de O Mais Querido

  5. É notório que, com exceção do Trio de Ouro (Flamengo, Palmeiras e Atlético Mineiro) todos os outros times que disputam o campeonato brasileiro, estão tecnicamente nivelados, sejam grandes ou médios. Enquanto o Trio de Ouro contrata ótimos jogadores, os demais estão exportando seus craques e lançando crias da base de qualidade técnica discutível, ou contratando jogadores que tiveram passados brilhantes, mas que hoje estão ultrapassados , só querendo encontrar um clube para encostar o corpo e engordar suas aposentarias. A esperança ,que estaria nas joias da base, se esvai quando um, ao se destacar, vem um time europeu e faz ofertas irrecusáveis para seu empresário. Quanto tempo, com exceção desses três, um time grande brasileiro não conquista um título de expressão, principalmente internacional? Há muito tempo !Então, não adianta o torcedor espernear, xingar, a imprensa ficar cobrando, ou fazendo falsos elogios para elevar a moral dos times, se não for feita uma mudança radical no modo de administração desses clubes, onde a vaidade , ou mesmo a “burrice” de alguns diretores, tem causado enormes prejuízos financeiros e técnicos , tornando seus clubes cada dia mais “pequenos”

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