
Se na véspera o Palmeiras não teve muito trabalho para passar à final do Mundial, o Chelsea sofreu diante do Al Hilal, ao longo de todo o segundo tempo, quando o goleiro Kepa foi o responsável pela manutenção do placar final de 1 a 0, gol de Lukaku ainda na etapa inicial.
Nesse primeiro período, sim, o Chelsea foi dominante, graças à maior categoria de seus jogadores, mesmo se dando ao luxo de manter Mount no banco de reservas.
Mas, no segundo…
No segundo, deu claros sinais de cansaço ou mesmo perda de sincronia com tons de desinteresse, mais ou menos recorrente nos europeus que participam desse torneio tão caro para nós.
De qualquer forma, esse desempenho irregular do Chelsea, somado ao viés de baixa que o time inglês vem demonstrando no seu campeonato nacional, só aumenta as expectativas verdes com vistas à decisão.
Mesmo assim, não será moleza, não. Entre outras coisas, porque, tecnicamente, jogador por jogador, o Chelsea leva vantagem sobre o Verdão.
Resta saber se o empenho verde será o suficiente para se impor sobre a questão meramente técnica.
Afinal, trtata-se de um jogo decisivo, um momento único, em que os fatores aleatórios ganham dimensão maior do que tudo o mais.
Considerações filosóficas, caro Alberto! A diferença entre Al Ahly e Chelsea é mais ou menos a mesma entre água de torneira e Beaujolais da melhor qualidade. Não digo que o Palmeiras vai morder no granito, mas terá que arregaçar todas as mangas. Se o Alto nos ajudasse a esse Lukaku testar positivo seria também aceitável, para equalizarmos o poder de ataque, algo democrático.
Saudações Verdes