
Palmeiras e Flamengo irão decidir o título da Libertadores, talvez, na mais ilustre decisão desse torneio neste século.
Isso porque são dois escudos de ouro desenhados pela história gloriosa de cada um, duas agremiações donas de gestões mais produtivas deste nosso falimentar futebol, o que lhes permite manter elencos do mais nível técnico, assim como são os últimos campeões da Libertadores.
Na terça-feira, esta caverna escavada à beira de Ibiúna, sofreu mortal ataque dos demônios cibernéticos, sempre à espreita de perturbar a paz deste pacato ancião, e, por isso, não pude ver o clássico entre Verdão e Galo, pela semifinal do torneio.
Por consequência, me baseio nos relatos sobre a partida que pude ler e ouvir na manhã de quarta e nos lances do compacto visto aqui e ali. Nada, porém, que alterasse as expectativas, já que, com a bola rolando o Galo foi melhor, mas, no resultado, o Verdão saiu ganhando com o empate de 1 a 1, que, somado ao 0 a 0 do jogo de ida, deu-lhe a vaga para a disputa.
Quer dizer: o Verdão, fechadinho na defesa, tomou um gol sem mudar de comportamento, até que se abrisse a brecha por onde entrou e passou para a decisão final.
E não creio que mudará de estilo diante do Flamengo, que lhe vem impingindo derrota após derrota.
Quem, de certa forma, alterou seu estilo foi o Mengão, lá em Guaiaquil. Com a vantagem dos 2 a 0 conquistados no jogo do Maracanã, passou a maior parte do tempo ali se cuidando pra evitar uma surpresa desse bom time do Barcelona. Mas, quando tinha a bola, sabia como fazê-la rolar em direção à área inimiga.
E assim repetiu o placar da ida: 2 a 0, dois gols de Bruno Henrique, o herói da partida anterior.
Resta, agora, esperar pelo grande e histórico embate entre Mengão e Verdão.

Helena bom dia, o Palmeiras está com sorte de campeão, vamos aos fatos: no Morumbi ganhou um gol de graça após frango da intermediária do Volpi, no Allianz nova falha do Volpi no primeiro gol, a bola passou ao seu lado 50 centímetros, Pablo na cara do gol mandou a bola nas nuvens quando o Placar estava 1×1, no jogo com o Atlético o zagueiro entregou o ouro numa falha imperdoável, isso é sorte de campeão, com essa final, o Palmeiras iguala a marca de 6 finais em Libertadores do SPFC, somente esses dois tem 6 finais em Libertadores
infelizmente deiverson deveria escutar a história da mulher de césar.. será que ele não sabe em que time está jogando e como que a imprensa e os árbitros nos julgam ? nesse brasil em que o estado de direito está ameaçado tudo, mas tudo mesmo pode acontecer.
Ai concordo com vc. Foi uma vacilada do “molecão” Deyverson, porque se o VAR estivesse mal intencionado, mandaria o juiz anular o gol e dar bola ao chão para o Atlético, como manda a regra. Mas nessa hora amigo, o coração fala mais alto e o jogador agiu por emoção, não por maldade, e o VAR fez muito bem em não anular o gol. Foi uma brilhante classificação do Palmeiras, sem dúvidas.
Quando Pablo mandou a bola nas nuvens o jogo estava 1×0 para o Palmeiras, poderia ser o empate
O portugues mostrou nos dois jogos contra o Atlético ser um grande estrategista. Olha que parar o time do galo, que vinha “ralando” todo mundo, não seria uma tarefa muito fácil principalmente no Mineirão. Pois não é que o “murruga”, a contra gosto da imprensa e dos “secadores” de plantão ( segundo o Marcão) armou uma retranca ala Tite e conseguiu o que parecia impossível: eliminar o Atlético e ir para mais uma final da Libertadores. E ainda tem gente que critica o home, pode?