
Foi como se a tarde de domingo passasse em branco… branco e preto. Pois, nem Santos, nem Corinthians mostraram um futebol merecedor além do 0 a 0 no placar final, na Vila.
Não que o jogo fosse inteiramente desinteressante, nada disso. Só que nenhum dos dois deu sinais claros da capacidade de criar chances claras de gol suficientes para alterar o marcador.
Nesse sentido, até que o Timão foi um tanto mais produtivo. Pelo menos, fez um gol, com Jô, anulado pelo VAR que constatou impedimento de Mosquito na jogada precedente à conclusão. Além disso, obrigou João Paulo a fazer duas ou três belas intervenções, ao contrário de Cássio que só ficou ali observando o vaivém de seus companheiros. Especialmente, o estreante Giuliano, que, mesmo fora da forma ideal, já foi plantando uma semente de esperança no até então infértil meio de campo alvinegro.
Pena que ainda levará um tempinho pra que Giuliano, ao lado de Renato Augusto, elevem o patamar técnico desse Corinthians ao nível digno da sua história.
Quanto ao Peixe, lamente-se a ausência definitiva de Kaio Jorge, negociado com a Juventus de Turim, pois toda aquela armação ofensiva de Diniz, no fim, esbarra na falta de um goleador nato lá na área. Ainda mais sem Marinho e seus mini mísseis aleatórios.
Mas, se por aqui, a tarde passou em branco, em Belo Horizonte foi um por de sol dourado coroando a vitória do Galo sobre o Juventude. Afinal, o Galo subiu no poleiro mais alto do Brasileirão, desbancando o Verdão, e cantou vitória: 2 a 1,
Helena, elevar o patamar técnico desse atual time do Corinthians ao nível digno de sua história pode levar um bom tempinho, no próximo século, talvez. E quanto ao Galo ultrapassar o Palmeiras, não será só ele não: vários passarão enquanto esse “professoire Pardal” ficar inventando moda e mexer mal no time, apesar de que esse time do verdão não me engana não: é um pontilhão de madeira com cupim na base, ou seja, pode desmoronar a qualquer hora. E quanto ao Santos, ora o Santos…sem novidades !
E o OliveIra sumiu, também depois de um chocolate do Internacional tinha que evaporar-se
Ontem houve melhora inquestionável, máxime pelo retorno de Gabriel como 1º volante, com a saída de Cantillo. Este poderia ter jogado ( não sei qual foi o motivo). porém nunca como 1º volante, mas situado mais a frente..
Ademais, penso como a maioria de nossa torcida: o Luan deveria ter jogado.. Os “meninos” que estão sendo lançados não corresponderam. Todos mais novos devem ser lançados quando o jogo já está definido e nunca como salvação., como esperança.
Infelizmente, do meio para frente, não há jogadores experientes no elenco, com exceção de Cantillo,, Matheus Vital, do chileno Araos,, Luan
O Corínthians, até agora, porém, não deu ao técnico Silvinho, um elenco, com jogadores bons e experientes. Veio aí Giuliano ( neste jogo pouco rendeu ) e Renato Augusto. Vamos ver.
Porém, não me conformo em ver Luan no banco. Tem milhares de Corinthians que pensam assim, basta ver que no final do jogo, na globo, o escolhido, como craque do jogo, pela torcida foi Luan, claramente, um manifesto contrário a não escalação dele.
Não poderia aqui deixar passar o dia sem elogiar o Internacional pela excelente vitória sobre o Flamengo. Sem dúvidas o Fla entrou em campo de “salto alto” (apesar da negativa do Renato Gaúcho) já se achando imbatível, mas como hoje em dia não tem mais bobos no futebol , o “massacrador foi massacrado” impiedosamente dentro de sua própria casa, e viva o futebol, essa maravilhosa “caixinha de surpresa” que tanto nos atrai !