A adorável e competentíssima Milly Lacombe, com quem tive a alegria de, em tempos atrás, dividir a telinha do Sportv no Arena do consideradíssimo Cleber Machado, levanta em seu blog da UOL (ainda bem que esse portal poderoso abra suas portas para todos os gêneros, antes vitimados pelo preconceito, embora falte o espaço para asilados da sorte) a questão das transmissões de jogos de futebol na tv por mulheres.
Esse é um tema que já abordei aqui tempos atrás, e que me fascina.
Não importa qual seja a escolha sexual dos integrantes de cada gênero humano, pois isso não elimina o fundamental – a diferença entre homens e mulheres, destinados pela natureza a se acasalarem, em geral, pra preservação da raça humana. Mas que podem se afastar, por escolhas ou impulsos pessoais.
O fato é que, durante séculos e séculos, coube aos homens tomarem o poder da decisões, em casa ou nas ruas, até que os movimentos feministas, a partir do final dos anos 1800, tomassem corpo nas últimas décadas sob o signo do empoderamento feminino.
O que vem a ser isso? Embora o termo empoderamento seja um tanto imperativo, sugerindo uma virada de mesa, nas ruas e nos lares, com as mulheres mandando nos homens, prefiro interpretá-lo como um gesto em prol da igualdade. Mulheres e homens, em pé de igualdade diante da justiça e das oportunidades de trabalho. Justa e louvável requisição.
Agora, me acompanhe, querida Milly, e espie aquela mulher poderosa, que acaba de assumir um cargo de executiva master de uma grande empresa. É preciso que ela envergue um terno escuro, com gravata, e adentre o prédio da empresa com passos másculos e decisivos, cenho franzido, testa erguida e tal e cousa e lousa, como se fosse um estereótipo do executivo masculino, ou bastaria vestir-se de sua competência e de um vestido comum, com discreto decote, lançando aquele seu sorriso adorável aos funcionários de passagem?
O que eu quero dizer é simples: se se trata de empoderamento das mulheres, que seja das mulheres, feminino, com todas as características naturais do seu gênero, que diferem do masculino.
Esse me parece o desafio imposto às mulheres que começam a tomar conta deste ou daquele microfone nas transmissões esportivas da tv: em vez de buscar como modelo de transmissão os locutores homens, impor sua própria maneira de transmitir os jogos, seja na impostação de voz, seja na reação emocional às jogadas, seja no linguajar.
O que tenho visto e ouvido até agora não é a expressão feminina na locução de um jogo de futebol. É uma voz de mulher, mais semelhante a de um garoto de 12 anos de idade, procurando repetir a entonação e repertório de todos os homens que a antecederam nessa função.
Soa falso e contrário à ideia de a mulher ganhar seus espaço diante dos microfones esportivos como mulher, não como homem.
Isso está longe de sugerir que a narradora adote uma postura ou um vocabulário volátil e irresponsável como os homens costumam estigmatizar a fala da mulher. Mas, simplesmente, que seja autêntica, natural, como se estivesse em meio a uma reunião de mulheres, em torno de uma garrafa de vinho tinto, falando sobre as coisas da vida.
Tudo que desejo é ouvir a mulher, em qualquer canto do mundo, com sua própria voz, sua fala, seu encanto.
Caro Alberto Helena.
O homem é um ignóbil estrutural.
Saúde.
Um aroma suave exalou das mãos do Criador, quando seus olhos contemplaram a solidão do homem no Jardim!
E o Senhor desenhou um ser gracioso, meigo e forte, que Sua imaginação perfeita produziu.
Um novo milagre fez-se carne, fez-se bela, fez-se amor, fez-se na verdade como Ele quer!
O homem colheu a flor, beijou-a, com ternura, chamando-a, simplesmente…Mulher!
A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela usa, na imagem que ela carrega, ou na maneira que penteia os cabelos. A beleza de uma mulher tem que ser vista a partir dos seus olhos porque essa é a porta para o seu coração, o lugar onde o amor reside. A beleza de uma mulher não está nas marcas do seu rosto mas está refletida na sua alma. Está no cuidado que ela amorosamente tem pelos outros. A beleza de uma mulher, com o passar dos anos, apenas cresce.
Autor desconhecido
Mulher
Ivone Boechat ( autora )
Um aroma suave exalou das mãos do Criador, quando seus olhos contemplaram a solidão do homem no Jardim!
E o Senhor desenhou um ser gracioso, meigo e forte, que Sua imaginação perfeita produziu.
Um novo milagre fez-se carne, fez-se bela, fez-se amor, fez-se na verdade como Ele quer!
O homem colheu a flor, beijou-a, com ternura, chamando-a, simplesmente…Mulher!