
E a bola deste sábado rolou macia aos pés do São Paulo, que viu o Flamengo, até então seu mais próximo perseguidor, empatar por zero a zero com o Fortaleza, no Ceará.
É bem verdade que o Galo voltou a tomar o lugar do Fla, ao bater o Coxa por 2 a 0, em casa, mas o líder acabou, no fim das contas, se afastando ainda mais do vice.
Não foi fácil, pois o Flu, no Maracanã, jogou a vida contra o Tricolor paulista: marcou muito, sobretudo a saída de bola do adversário,
Aliás, foi numa dessas que Sara entregou a bola de bandeja para Fred empatar o jogo, logo aos 6 minutos do segundo tempo..
Mas, havia Brenner em campo. O menino já abrira a contagem aos 14 minutos do primeiro tempo, aproveitando cruzamento de Reinaldo (sempre eles) da esquerda. E fecharia o placar numa blitz tricolor, dominando e batendo certo chute de Vítor Bueno já na beirada da pequena área.
Visto assim de longe, até que o jogo foi equilibrado e um novo empate poderia ter acontecido quando Fred, de cavadinha colocou Caio em posição privilegiada na frente de Volpi. Mas, o garoto concluiu pra fora.
Contudo, sempre que teve a bola aos seus pés, o São Paulo foi mais entrosado do que o Flu, naquele jogo de aproximação, em que a bola rola de pé em pé, envolvendo os marcadores, embora sem criar muitas chances de gols, pois a defesa oponente estava sempre muito ativa
Enfim, aí está o São Paulo de Fernando Diniz, a cada rodada, aproximando-se do título brasileiro, jogando bola, não explorando apenas as falhas ocasionais dos adversários, plantado numa retranca atroz e já encruada no espírito do futebol brasileiro. Conceito que também seus fiéis perseguidores – Galo e Fla – desprezam, optando por um jogo sempre mais ofensivo, independentemente dos resultados.
Que isso sirva de exemplo para os demais grandes do Brasil.
Helena bom dia, esse menino Brenner tem virtudes de centro avante: velocidade, agilidade, posicionamento e o mais importante, chuta de direita e esquerda muito bem
Helena, repare no gol do Fred que o Bruno Alves em vez de partir pra cima dele para evitar o chute, vai recuando, recuando dando espaço para o chute e fazer o gol, não entendo como o Diniz não saca esse zagueiro do time, zagueiro com varias deficiências, zagueiro covarde que vão enfrenta atacantes frente a frente, não tem velocidade de recuperação, não sabe se posicionar, sempre correndo atrás dos atacantes devido a essa deficiência
Alberto Helena Jr.
O Fernando Diniz comeu o pão que o diabo amassou no Morumbi mas manteve a serenidade e fé em seu trabalho e começa agora a receber os primeiros frutos dessa persistência em fazer o São Paulo jogar como ele deseja, o time do Morumbi deve levantar as mãos para o céu e agradecer a Deus primeiro e depois a este treinador que em nenhum momento esmoreceu na sua forma de pensar futebol, se o time do Morumbi for campeão não restará duvida que o título ficou com o time de melhor campanha também já fazia tempo que eles não beliscavam uma tacinha…..rindo até 2026. Saudações palmeirenses.