
Bem que o São Paulo tentou, no Beira-Rio, alcançar a liderança do Brasileirão, nem que fosse por algumas horas.
Foi mais ativo do que o Inter, criou as melhores chances, antes e depois da expulsão de Zé Gabriel no segundo tempo, e, não fosse Lomba salvar seu arco em duas grandes chances tricolores, o resultado seria outro.
Mas, não foi. Entre outras coisas, graças à sólida defesa colorada e à falta congênita no elenco tricolor de pontas velozes e hábeis, daqueles capazes de abrir a retranca adversária, com fintas e dribles inesperados.
Eis por que todas as mudanças realizadas por Diniz a partir dos 35 minutos da etapa final não deram o resultado esperado pelo técnico. Afinal, não passou de um rodízio no meio de campo e no comando do ataque.
Essa tem sido a sina do Tricolor nesta temporada. Quem sabe a recuperação de Rojas – lembra dele? -, há dois anos no estaleiro, possa aliviar essa questão.
De qualquer forma, o Tricolor segue lá nos primeiros lugares do Brasileirão, o que não é pouco nesse pandemônio da pandemia.
Isso mesmo – pandemônio da pandemia – pois até agora ainda não se sabe se teremos o jogo entre Palmeiras e Flamengo, neste domingo, já que a CBF autorizou a partida, mas o Tribunal do Trabalho, atenddendo a pedido do sindicato que defende os direitos dos trabalhadores nessa área, vetou.
A CBF promete recorrer à decisão, e um enorme ponto de interrogação, nesta noite de sábado, ainda está plantado no centro do Allianz Parque. Afinal, uma liminar sempre pode ser exarada a qualquer momento no país do bacharelismo.
Por sua vez, o Palmeiras pede que, em caso de suspensão da partida de fato, o próprio Brasileirão seja pendurado no cabide até que o vírus maldito dê um mínimo de sossego pra que a vida volte a seguir num leito de maior segurança.
É evidente, pelas imagens gravadas no voo de volta do Mengão, que os tais protocolos de segurança foram jogados pela janela do avião, o que justificaria severa punição ao clube.
Ao mesmo tempo, a realização do jogo é um tremendo risco para todos os envolvidos – jogadores dos dois times, juízes, comissões técnicas etc.
Juízo, minha gente, juízo…
Diniz continua confuso taticamente.
Não oferece condições para torcida ter otimismo.
Portanto, Diniz tem que ser demitido.
Confuso taticamente, gostei da definição. Não ofende e reflete bem o estado das coisas. O problema não é ele propor um futebol bem jogado, de toque de bola, isso seria a solução. Mas como passar da teoria à prática? Aparentemente ele age igual ao papagaio, repetindo clichês sem compreendê-los. Porém, tal comparação é injusta – tais aves são conhecidas pela inteligência acima da média entre os seus.
Diniz será demitido apos o jogo contra o River.
Mestre, o Flamengo com essa decisão intempestiva de recorrer a justiça comum, vai ser um balde de água fria no relacionamento do clube com a CBF e consequentemente com a CONMEBOL. Inexplicável também é fato do Flamengo, após ter interposto o recurso, viajado para São Paulo para realizar o jogo caso a CBF entre com uma liminar e ganhe. Ora, se realmente eles não tem condições de jogo, o que vieram fazer em São Paulo, não é? Isso ainda vai dar muito pano prá manga, como diriam nossos avós…
O Dinis tem que dar aos seus jogadores fundamento, quem sabe aprendem a cruzar, chutar, cabecear, no jogo de ontem Tchê Tchê na cara do gol de uma assistência para o Marcelo Lomba fazer uma defesa em vez de fazer o gol
Aos internautas que acham que a Diretoria deve dispensar o Fernando Dinis discordo, vai entrar outro treinador e o time vai continuar jogando esse futebol, o problema do SPFC não é de treinador, é de elenco, não temos laterais a altura,, não temos pontas de velocidade e de dribles fáceis que possam passar pelos adversários, não temos centro avante de velocidade que possa partir pra cima do adversário e chegue na cara do gol, acho o Fernando Dinis um ótimo treinador, tem olho clínico pra fazer substituições certas, a direção precisa contratar laterais, jogadores que atuem de pontas, nas demais posições estamos bem, essas contratações devem ser prementes e pra já
O Fernando Diniz tem o vício dos técnicos medíocres: é teimoso, demora muito a reconhecer jogador em má fase, casos escabrosos de tchê tchê, Vitor Bueno, Volpi e Pablo….temos, dizem, uma grande promessa para o gol, o Perri….até hoje eu não vi receber nenhuma chance….temos Luan, ótimo primeiro volante….o Boia, o Toró…….chance igual para todas as promessas ôoô Diniz, porque somente para seus protegidos?